A lesbianidade como resistência no futebol e nos futebóis

  • Julia Beatriz Silva Vicente Chaves Universidade Federal de Sergipe
Palavras-chave: Mulheres, Futebol, Sexualidade, Heteronormativa, Tecnologias

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo apresentar a existência e as resistências das mulheres no futebol em perspectiva às categorias de gênero e de sexualidade sob a abordagem teórica de Monique Wittig. Nesse sentido, a pesquisa constrói-se no contexto que perpassa sobre as imposições de gênero e de sexualidade hegemônicas, em vista de uma realidade heteronormativa que se estende para além das quatro linhas dos campos de futebol. Metodologicamente, trata-se de um estudo de cunho teórico e analítico defronte à análise sobre a realidade do futebol de mulheres no Brasil exposto nas exposições virtuais do Museu do Futebol e redes sociais, com base na relação de memória, perpassando por Halbwachs (2006) e Pollak (1989), e de gênero e sexualidade de Wittig (2022) e Butler (2018), em que se busca, também, compreender essa realidade dentro de uma concepção do contexto das tecnologias nos cenários de resistência.

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Biografia do Autor

Julia Beatriz Silva Vicente Chaves, Universidade Federal de Sergipe

Mestranda em História (PROHIS/UFS), Licenciada em História (UFS). E-mail: juliabsvchaves@gmail.com. Lattes: http://lattes.cnpq.br/0690967214374372. Orcid: https://orcid.org/0009-0002-1530-4229 .

Publicado
2026-03-30
Como Citar
Beatriz Silva Vicente Chaves, J. (2026). A lesbianidade como resistência no futebol e nos futebóis. Revista Discente Ofícios De Clio, 10(19), 254-273. https://doi.org/10.15210/clio.v10i19.31296
Seção
História lésbica: narrativas, epistemologias e interseccionalidades