Garanhão do cativeiro ou corpo subjugado?
A reprodução de escravizados sob a lógica colonial
Resumo
O artigo analisa a reprodução forçada de pessoas escravizadas no Brasil como prática de dominação colonial e de acumulação patrimonial, tomando Pata Seca como figura simbólica. Examina como a reprodução compulsória atuou como estratégia de controle social, econômico e racial, articulando história social, pedagogia crítica e epistemologia decolonial. A análise abrange quatro eixos: contexto histórico, corpo negro como território de exploração e resistência, conflitos entre memória e apagamento institucional, e implicações pedagógicas. Conclui que reconhecer a reprodução forçada como política sistemática e abordá-la no ensino fortalece a reconstrução de narrativas negras e o enfrentamento do racismo estrutural.
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