Transgressões e Experimentalismos na Escola de Belas Artes de Pelotas (1966-1972)
Resumo
O artigo analisa produções artísticas desenvolvidas na Escola de Belas Artes de Pelotas, entre as décadas de 1960 e 1970. Fundada em 1949 e marcada predominantemente por um modelo acadêmico tradicional, a instituição também foi palco de práticas que tensionaram esse cânone. Nosso foco recai sobre dissidências comportamentais e estilísticas protagonizadas por jovens artistas, especificamente Lenir de Miranda, Ana Lúcia Costa de Oliveira e Marta Costa Amaral. A partir de fontes documentais, imagéticas e orais, e valendo-nos de uma metodologia que articula análise imagética e micro-história, buscamos reposicionar a atuação dessas artistas, relacionando-a a outras produções nacionais vinculadas ao movimento da Nova Figuração Brasileira (1960-70). Ressaltamos a relevância dessas experimentações no interior da escola, sobretudo diante dos contornos repressivos da ditadura civil-militar brasileira (1964–1985).
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