[1]
J. Oliveira e A. Alves, “TESEU, O LABIRINTO E SEU NOME: COMO HOMI K. BHABHA PODERIA NOS AJUDAR A COMPREENDER UMA PASSAGEM DE MOI, TITUBA SORCIÈRE…, DE MARYSE CONDÉ?”, CdL, nº 27, p. 91-108, dez. 2016.