Expressa Extensão https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao <p>A Revista Expressa Extensão, periódico da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal de Pelotas - UFPel, é uma publicação quadrimestral e está alinhado com o esforço da comunidade científica nacional e internacional, organizada no movimento em favor da disseminação ampla e acesso irrestrito e gratuito ao conhecimento, contribuindo desse modo para o cumprimento da missão da UFPel como instituição pública de educação superior, de gerar, difundir e aplicar o conhecimento oriundos das práticas extensionistas nos diversos campos do saber, entendidas como processo capaz de integrar a universidade.</p> <p><strong>Qualis:</strong>&nbsp; B3</p> <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;A4&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:2627,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;4&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:16776960},&quot;9&quot;:1,&quot;12&quot;:0,&quot;14&quot;:{&quot;1&quot;:3,&quot;3&quot;:1}}"><strong>ISSN: </strong>2358-8195</span></p> pt-BR <p>A revista se reserva o direito de efetuar nos originais alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores. As provas finais não serão enviadas aos autores. O Conselho Editorial não se responsabiliza por opiniões emitidas pelos autores dos trabalhos publicados. Os trabalhos aceitos para publicação passam a ser de propriedade da Expressa Extensão, não podendo, o autor, reclamar, em qualquer época ou sob qualquer pretexto,remuneração ou indenização pela publicação. A reimpressão, total ou parcial, dos trabalhos publicados é sujeita à autorização expressa da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. OBS. 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Ele objetivou ofertar atendimento em saúde mental por meio de um grupo terapêutico, conduzido por psicóloga servidora do município, a estudantes da universidade pertencentes à comunidade LGBTQIAPN+, bem como ofertar formação continuada a profissionais da Atenção Primária em Saúde (APS) do município sobre atenção à saúde de minorias sexuais e de gênero, conduzida por pesquisadora da universidade. O grupo terapêutico foi frequentado por estudantes em maior conforto com suas identidades, o que revelou dificuldade em atingir o público prioritário. Foi observada resistência ao tema da formação por parte de profissionais. Avaliou-se que os desafios encontrados na execução do projeto reafirmam a demanda e aprimoramento de sua execução.</p> Laís Patrocino, Taís Moraes Nolasco, Joane Victória Bastos Viana Copyright (c) 2024 Expressa Extensão http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26271 qui, 13 jun 2024 00:00:00 +0000 A pedagogia da variação linguística https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26264 <p>O presente artigo pretende apresentar as atuações do projeto de extensão intitulado como “Linguística em sociedade: a pedagogia da variação linguística como alicerce à educação de qualidade” (2022), promovido pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Nesse programa, acadêmicos do curso de Letras - Português puderam observar o fenômeno da variação linguística na prática docente. Com essa finalidade, uma parceria foi firmada com um colégio de metodologia construtivista em Curitiba, onde os universitários aplicaram sequências didáticas sobre sociolinguística a alunos do 4º ano do Ensino Fundamental. Assim, tomamos como <em>corpus</em> de discussão as próprias oficinas desenvolvidas pelos estudantes da UTFPR. Cabe ressaltar, ainda, que partimos dos referenciais teóricos propostos por Antunes (2009), Bagno (2007), Bortoni-Ricardo (2014), Coelho <em>et al.</em> (2015) e Faraco (2008, 2022), além do respaldo fornecido pela Base Nacional Comum Curricular (2018). Como resultado, demonstramos uma mescla entre pesquisa, ensino e extensão nas abordagens aplicadas, assim como desenvolvemos alternativas de trabalho com a pedagogia da variação linguística em sala de aula.</p> Simone Azevedo Floripi, Polyana da Silva Queiroz Copyright (c) 2024 Expressa Extensão http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26264 qui, 13 jun 2024 00:00:00 +0000 Produção de material didático e experiências de gamificação no ensino superior https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26304 <p>Este trabalho faz parte de um projeto institucional de extensão e relata uma experiência de <em>gamificação</em> vivenciada em duas disciplinas do Curso de Bacharelado em Administração em uma instituição pública de ensino superior. Nesse âmbito, o projeto teve como objetivo desenvolver seis jogos didáticos, utilizando recursos físicos e digitais, para as disciplinas Processo Decisório e Teoria Geral da Administração. Quanto aos procedimentos metodológicos, trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, classificada como descritiva, intervencionista e de campo. Os sujeitos desta experiência foram graduandos regularmente matriculados em duas disciplinas do Curso de Bacharelado em Administração, totalizando 65 estudantes, sendo que 41 participaram das atividades desenvolvidas. Os dados foram coletados com base na observação e aplicação de questionários, cujos achados foram tratados por meio da técnica de análise de conteúdo. Dentre os principais resultados, destaca-se, para além do aprofundamento dos temas abordados nas disciplinas, que os seis jogos criados proporcionaram o desenvolvimento de competências comportamentais nos participantes, a saber: trabalho em equipe, empatia, resiliência, criatividade, resolução de problemas e inteligência emocional. Por fim, ressalta-se o caráter inclusivo da <em>gamificação</em> na sala de aula em virtude da democratização e adaptabilidade dos jogos didáticos desenvolvidos.</p> Fabiana Ferreira Silva, Anne Caroline Furtunato Queiroga Maciel, Rillary Rosane de Aguiar Siqueira, Vitória Gomes Melquiades de Souza, Raquel Fonseca de Oliveira, Washington Ferreira Silva Copyright (c) 2024 Expressa Extensão http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26304 qui, 13 jun 2024 00:00:00 +0000 Atenção sistematizada às pessoas com hipertensão arterial e diabetes mellitus https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26281 <p>A hipertensão arterial e o diabetes mellitus são doenças crônicas não transmissíveis que apontam a necessidade do cuidado longitudinal e integral às pessoas na rede de atenção à saúde, com ênfase na Atenção Primária à Saúde. Assim, o objetivo foi realizar atenção sistematizada às pessoas com hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus em uma Unidade de Saúde da Família Escola da Universidade do Estado de Minas Gerais. Trata-se de um projeto de extensão desenvolvido em uma Unidade de Saúde da Família Escola localizada em um município do interior de Minas Gerais, no período de março a dezembro de 2019. As seguintes ações foram realizadas: 1. Busca na literatura sobre hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus no âmbito da Estratégia Saúde da Família; 2. Apresentação do projeto para a equipe da Unidade Saúde da Família Escola; 3. Consultas de enfermagem para pessoas com hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus cadastradas; 4. Classificação de risco; 5. Elaboração do arquivo rotativo; 6. Realização de encaminhamentos para atendimentos com outros profissionais, conforme necessário; 7. Busca ativa dos faltosos.&nbsp;Essas ações contribuíram para a organização do cuidado às pessoas com hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus. Ademais, esse projeto de extensão proporcionou às alunas extensionistas a construção de conhecimentos teóricos e práticos, bem como a ampliação do olhar para estratégias possíveis de serem adotadas na Estratégia Saúde da Família para lidar com a complexidade do cuidado à saúde no cenário das doenças crônicas não transmissíveis.</p> Raquel Dully Andrade, Marina Borges Prado, Paola de Sousa Tozzi, Jaqueline Silva Santos, Wanessa Leonel Nunes, Gilmar Antonio Batista Machado Copyright (c) 2024 Expressa Extensão http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26281 qui, 13 jun 2024 00:00:00 +0000 Projeto “Quem é meu pai?”: https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26146 <p>O direito à filiação, consagrado como fundamental pela Constituição Federal de 1988, representa um marco na igualdade jurídica entre todos os filhos. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) reforçou esse direito como inalienável e irrenunciável, podendo ser exercido contra os pais ou seus herdeiros. A presença paterna, embora a mãe seja figura crucial no início da vida da criança, revela-se essencial para o desenvolvimento, influenciando não apenas aspectos afetivos, mas também econômicos e sociais. Esta ausência, seja física ou psicológica, assume uma dimensão crítica na formação do indivíduo, associando-se a comportamentos de risco, como o envolvimento com drogas, especialmente durante a infância e adolescência. O Projeto "Quem é Meu Pai?" surge como resposta a esse cenário preocupante. Busca garantir o direito à filiação paterna a crianças e adolescentes sem pai registral, envolvendo estudantes de educação infantil e ensino fundamental das escolas públicas, bem como recém-nascidos do município. O objetivo é buscar efetivar o reconhecimento e a consequente assunção da responsabilidade paterna. Em casos em que o reconhecimento da paternidade não é viável, são consideradas alternativas como adoção, guarda e tutela. Em 2022, o projeto mapeou crianças e adolescentes sem o nome paterno nas escolas públicas. Em 2023, tiveram início as reuniões de conscientização envolvendo a coordenação do projeto, o Ministério Público, genitoras e supostos genitores das crianças e adolescentes com o objetivo de efetivar o reconhecimento paterno, seja de forma voluntária, seja mediante realização de exame de DNA.</p> Karina Meneghetti Brendler Copyright (c) 2024 Expressa Extensão http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26146 sex, 14 jun 2024 00:00:00 +0000 A difusão tecnológica da produção de licor como agregação de valor à produção de uva no semiárido https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26250 <p style="margin: 0cm; text-align: justify; line-height: 150%;">Este artigo trata da análise dos resultados alcançados em uma prática extensionista universitária junto ao público beneficiado pelo Projeto de Difusão Tecnológica da Produção de Licor no Semiárido no Nordeste Brasileiro. Este artigo teve como objetivo analisar as potencialidades e as fragilidades do referido projeto promovido pelo Instituto Federal de Alagoas-Campus Piranhas enquanto prática extensiva, alicerçada na ação indissociável entre ensino, pesquisa e extensão. Constatou-se que o Projeto foi avaliado positivamente pelos atores envolvidos docente, discentes, técnico e viticultores, promovendo-se uma alternativa rentável à falta de escoamento da produção de uva, com novas formas de uso para a produção, estimulando o empreendedorismo rural.</p> Marcia dos Santos Ramos Berreta, Samuel Silva Copyright (c) 2024 Expressa Extensão http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26250 sex, 14 jun 2024 00:00:00 +0000 Avaliação da saúde bucal dos idosos institucionalizados da cidade de Janaúba/MG https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26164 <p>O envelhecimento da população brasileira é um fenômeno que tem se intensificado nas últimas décadas e gerado a necessidade de cuidados específicos para os idosos. As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) têm um papel importante nesse cuidado, mas é necessário avaliar a qualidade dos serviços prestados. O objetivo da pesquisa foi avaliar as condições de saúde bucal dos idosos institucionalizados do Município de Janaúba, Minas Gerais. Foi realizado um estudo descritivo com uma amostra de conveniência composta por 43 idosos. Para a coleta dos dados foi realizado exame bucal dos idosos, após a efetivação de atividade educativa. Foram avaliados número de dentes e condição dos dentes através do índice CPOD, condição periodontal, alteração em tecidos moles e presença e qualidade de próteses dentárias. A condição bucal dos idosos foi considerada precária, onde a maioria não possuía nenhum dente, e necessitavam de próteses. Também foi observada diversas alterações de tecido mole, os quais foram encaminhados para biópsia e tratamento. Esses resultados indicam que a saúde bucal dos idosos que vivem em ILPIs requer atenção especial dos profissionais de saúde e das instituições que cuidam desses idosos. É necessário que essas instituições ofereçam serviços odontológicos regulares para que esses indivíduos possam receber tratamento adequado e manter uma boa saúde bucal ao longo da vida. Além disso, é importante implementar ações de prevenção e educação para melhorar a limpeza da boca, diminuir a ocorrência de doenças bucais e melhorar a qualidade de vida desses idosos.</p> Paula Cristina Pelli Paiva, Gabriela Leite Paulino, Larissa de Matos Costa, Matheus Marques Santos Copyright (c) 2024 Expressa Extensão http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26164 dom, 16 jun 2024 00:00:00 +0000 Discutindo Temas de Saúde Mental com Estudantes de Escolas Públicas: Relato de Experiência do Projeto de Extensão Universitária Mentes em Ação https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26410 <p>Este artigo é um relato de experiência do projeto de extensão universitária Mentes em Ação, desenvolvido com a participação de acadêmicos do curso de medicina da XXX. O projeto teve como público-alvo estudantes do ensino médio de escolas públicas. O objetivo principal foi abordar temáticas de saúde mental relevantes para adolescentes, tais como ansiedade, depressão, bullying e suicídio. Com encontros de duração média de duas horas, foi empregada uma abordagem interativa que incluiu apresentações expositivas, discussões abertas e o uso de recursos midiáticos, buscando estimular uma reflexão crítica, promover o diálogo sobre saúde mental e reduzir o estigma associado ao sofrimento psíquico. A participação ativa dos estudantes e a avaliação positiva recebida demonstram o espaço escolar como um ambiente propício para abordar temas de saúde mental, bem como a eficácia da metodologia adotada na organização dos encontros. Além disso, o projeto contribuiu para proporcionar uma formação mais humanista para os acadêmicos de medicina através de uma interação enriquecedora com a comunidade e o desenvolvimento de habilidades de comunicação e empatia. Destaca-se o impacto significativo do projeto como ação extensionista tanto para os estudantes das escolas públicas quanto para os futuros profissionais de saúde, oferecendo oportunidades de trocas com a comunidade, criação de novos conhecimentos e uma educação médica mais humanizada.</p> David Richer Araujo Coelho, Joelson Tavares Rodrigues, Liz Silva Gonçalves, Maria Luísa Maria Luísa Santos de Castro, Karla Santa Cruz Coelho Copyright (c) 2024 Expressa Extensão http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26410 sex, 14 jun 2024 00:00:00 +0000 Explorando a Biodiversidade Alimentar Brasileira https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26516 <p>O Programa de Extensão Universitária "Conhecendo Outras Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC-UFF) tem como objetivo explorar e promover a biodiversidade alimentar brasileira. Destacamos a redução na diversidade de espécies vegetais utilizadas para alimentação ao longo do tempo, contrastando com a vasta variedade explorada por nossos ancestrais. Essa limitação resulta na dependência de poucas espécies vegetais nas grandes cidades, levando ao empobrecimento dos cardápios e à subvalorização da biodiversidade. As PANC apresentam um enorme potencial alimentício, nutricional e econômico. Além de diversificar a dieta, podem ser uma fonte de renda adicional para as comunidades, contribuindo para uma agricultura mais sustentável. O programa busca identificar, produzir materiais educativos e promover o conhecimento sobre essas plantas, visando alcançar diversos públicos por meio de eventos presenciais e mídias sociais. O programa atua em conformidade com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente no que diz respeito à promoção da segurança alimentar, educação de qualidade e crescimento econômico sustentável. Por meio de iniciativas como produção de mudas, distribuição de materiais educativos e desenvolvimento de um aplicativo, o programa busca ampliar o conhecimento e o uso das PANC. Apesar dos desafios enfrentados, como a pandemia da Covid-19 e limitações financeiras, o programa demonstra versatilidade e comprometimento em promover a valorização das PANC. Com uma equipe multidisciplinar e a colaboração da comunidade acadêmica, o programa tem impactado positivamente na conscientização sobre a biodiversidade alimentar brasileira e na promoção de práticas sustentáveis de consumo e cultivo.</p> Odara Horta Boscolo, Hugo Teixeira Abreu Bakr Faria , Ruan Pina da Conceição Copyright (c) 2024 Expressa Extensão http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/expressaextensao/article/view/26516 sex, 14 jun 2024 00:00:00 +0000