Paralelo 31
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<p>Paralelo 31, revista digital do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal de Pelotas, apresenta-se como uma publicação científica especializada de acesso público e gratuito nas áreas das Artes. Propõe um foco ampliado de abordagem neste campo, buscando favorecer o debate cultural acerca da produção nas Arts no contexto contemporâneo e no ensino das artes em consonância com a diversidade e transversalidade atuais desta produção.</p> <p>Paralelo 31, the electronic journal of the Post-graduate Program in the Arts of the Federal University of Pelotas, is a specialized scientific publication in the area of the Arts with free public access. It proposes an ample focus of approaches to the fields of Art, fomenting cultural debate about contemporary art production and art education in consconance with the current diversity and transversality of this production. </p> <p><strong>Qualis:</strong> B2</p> <p><span data-sheets-value="{"1":2,"2":"A4"}" data-sheets-userformat="{"2":2627,"3":{"1":0},"4":{"1":2,"2":16776960},"9":1,"12":0,"14":{"1":3,"3":1}}"><strong>ISSN: </strong>2358-2529</span></p>Universidade Federal de Pelotaspt-BRParalelo 312358-2529<p>Os autores de trabalho(s) submetido(s) à Paralelo 31 autorizam sua publicação em meio físico e eletrônico, unicamente para fins acadêmicos, sem fins lucrativos ou custo, podendo ser reproduzidos desde que citada a fonte (Paralelo 31). Os mesmos, atestam sua orignalidade, autoria e ineditismo.</p> <p>data de submissão</p> <p> </p> <p>Declaration of Copyright</p> <p>The author presents his/her submission to the periodical Paralelo 31 authorize(s) publication in physical and electronic media, solely for academic purposes, at no cost to the publisher, are aware that future citations of the work are permitted as long as Paralelo 31 is cited as primary source. The authors also attest that the work has never been published and is an original work by the stated author(s). (data de submissão)</p> <p> </p>CAPA ED 22
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2024-03-212024-03-2111Editorial
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<p>Pagina Editorial da 22a edição da Paralelo 31. </p> <p> </p> <p> </p>Cristina Thorstenberg RibasÉdio RanièreRodrigo Lages e Silva
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2024-04-162024-04-1622Expediente
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Alice Jean Monsell
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2024-04-162024-04-1644Clínica política antirracista periférica: escuta de mulheres negras no território
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<p>Objetivamos construir memórias a partir das subjetividades de mulheres negras que realizaram psicoterapia no Serviço de Psicologia na Periferia e construir pistas sobre a clínica política antirracista periférica. A metodologia parte de histórias ficcionalizadas nos atendimentos psicoterapêuticos, movimentando a escrevivência nas brechas do território. A clínica política antirracista periférica pressupõe a compreensão do território, do seu contexto de violência e suas potencialidades.</p> <p> </p>Jéssica Dias de SouzaDra. Míriam Cristiane Alves
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2024-06-302024-06-30101010.15210/p31.v1i22.27024Diários-escreviventes: notas po(ética)s COM jovens pesquisadoras/es do seu cotidiano escolar
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<p>Analisa-se o uso de diários-escreviventes em uma pesquisa com jovens estudantes de uma região periférica de Fortaleza/CE. A ferramenta metodológica central foram os diários, que funcionam como elaboração e análise de acontecimentos sobre questões de gênero na vida escolar. A escrevivência exige relação intrínseca com a luta antirracista e feminista. Busca-se contribuir para os estudos sobre artes e Psicologia Social, com metodologias inter(in)ventivas na construção de uma pesquisa decolonial.</p> <p> </p>Mayara Ruth Nishiyama SoaresLuciana Lobo MirandaMarta Clarice Nascimento Oliveira
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2024-06-212024-06-21303010.15210/p31.v1i22.28914Dança e cansaço: uma composição prática do corpo em movimento
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<p>Este estudo propõe uma investigação sobre a reinvenção de si através da dança, sob a perspectiva de uma artista-professora-pesquisadora, em resposta aos efeitos do frenesi cotidiano na sociedade contemporânea. Encarnando os efeitos da pandemia de Covid-19 e inspirada no conceito de sociedade do desempenho de Byung-Chul Han (2017), a pesquisa apresentada neste artigo interroga como a dança afronta os efeitos adoecedores da vida contemporânea, especialmente os relacionados a saúde mental. Utilizando uma abordagem auto etnográfica e a/r/tográfica a pesquisa acompanha oito semanas de experimentações em dança, registradas como reflexões em um diário desde a concepção, até a apresentação de uma performance artística em uma sala de aula do Ensino Fundamental. A pesquisa destaca a importância do corpo, do espaço potencial e do impulso criativo como formas de resistência a aceleração cotidiana e propõe uma reflexão sobre a reinvenção de si na sociedade contemporânea através da dança.</p> <p> </p>Vitória Luara da SilvaRodrigo Lages e Silva
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2024-04-162024-04-16545410.15210/p31.v1i22.28917Por que não os sonhos? Rastros de uma oficina onírica
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<p>Este artigo apresenta os rastros de uma oficina de sonhos realizada em 2023 na Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Tal oficina fez parte do Salão de Extensão, sendo ministrada a 20 estudantes e comunidade acadêmica, que produziram um jornal com os sonhos compartilhados no grupo. Durante a oficina percebemos o quanto os sujeitos se mobilizam quando se colocam a produzir a partir do relato de seus sonhos, bem como da leitura e escuta dos sonhos dos outros, denotando a criação de um espaço comum em que a autoria individual é o que pareceu menos importar. Tal experiência fez parte do projeto de extensão O Onírico: o primeiro jornal oniropolítico do Brasil e do projeto de pesquisa Ainda Sonhar: rastros oníricos de nosso tempo, os quais têm se caracterizado pela edição impressa e digital do referido jornal, abrindo um espaço para que os sonhos possam também contar e problematizar os acontecimentos de nosso tempo, rompendo com a lógica de que somente o que pode ser registrado na vigília é que tem valor de verdade.</p> <p> </p> <p> </p> <p> </p>Luciano Bedin da CostaLaura Barcellos Pujol de SouzaFernanda Lopes FetterVictoria Menegat MeneguzziJuliana Mello Santana
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2024-04-012024-04-01747410.15210/p31.v1i22.28920Diretrizes para uma acessibilidade estética com cegos no Museu do Açude
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<p>A acessibilidade de pessoas com deficiência visual em museus de arte ainda coloca problemas, em função da arraigada proibição ao toque que resta não problematizada na maioria dos museus. O presente estudo analisa uma visita realizada no Museu do Açude, no Rio de Janeiro, com um grupo heterogêneo de 25 pessoas, sendo 10 com deficiência visual e 15 videntes. O objetivo do estudo é analisar a experiência tátil e multissensorial das obras Garota de Ipanema, de P. Uklanski e Magic Square#5, de Hélio Oiticica. A pesquisa utilizou o método da cartografia (Passos; Kastrup; Escóssia, 2009; Passos; Kastrup; Tedesco, 2014), produzindo diários de campo e vídeos. Articulando a pesquisa de campo com estudos atuais de psicologia cognitiva, o texto discute quatro diretrizes da acessibilidade estética: o toque, o encontro de cegos e videntes, a mediação distribuída e a inventividade. A análise evidencia como três sentidos do toque, imaginação e invenção atuaram na acessibilidade estética.</p>Virgínia Kastrup Laura PozzanaCaio Herlanin
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2025-04-172025-04-17989810.15210/p31.v1i22.28921Intimidade e experiência nos processos de ensinar-e-aprender
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<p>A formação em Psicologia tem aumentado a potência de agir de futuros psicólogos? Essa é a pergunta norteadora deste texto. Para discutir sobre a experiência subjetiva, uma vez que é a partir dela e sobre ela que se debruçam os psicólogos, utilizamos dois autores centrais, bell hooks e Jorge Larrosa Bondía. De hooks emprestamos reflexões sobre intimidade e, de Jorge Larrosa, buscamos reflexões sobre a experiência. Partindo desses autores, apresentamos o relato de uma disciplina optativa no curso de graduação que articula arte à formação em psicologia e que busca ser espaço de pausa, auxiliando os alunos a cultivarem a atenção aos detalhes, ampliando olhos e ouvidos em busca da delicadeza. Cultivando a arte do encontro, intimidade e experiência são partilhadas.</p> <p> </p>Barbara Cristina Souza BarbosaLuana Gonçalves CoelhoLucas Pires RodriguesEliane Pereira
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2024-06-152024-06-1512412410.15210/p31.v1i22.28953 A Teoria Ator-Rede como abordagem clínica: o esTAR Mulher como espaço de acolhimento com Rupi Kaur
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<p>O presente artigo inaugura Teoria Ator-Rede (TAR) como uma aborda¬gem clínica em Psicologia a partir da experiência com o espaço de acolhimento esTAR Mulher realizado pela equipe de Estágio Supervisionado Psicologia e Arte articulada com a TAR, onde, ao longo de quatro encontros, foram trabalhadas as produções da poetisa Rupi Kaur, fazendo um convite ao grupo para nos afetarmos, proporcionando um lugar de partilha e acolhimento para as mulheres participantes.</p> Debora Lomba Rebecca Araújo ArrudaLuiza Gonçalves Monteiro Bezerra
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2024-06-292024-06-2915015010.15210/p31.v1i22.28954arte / tear / ter ar / terra (...)
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<p>O artigo cria uma instância narrativa da minha participação em curso, como artista juruá (não indígena), de um processo de transmissão da prática da tecelagem guarani mbyá, mais especificamente através da confecção e criação de uma kya (rede). Arrisco, elaborando sobre o processo, uma trama do ético com o poético.</p>Lucas Icó
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2024-03-212024-03-2117017010.15210/p31.v1i22.28956Caminhando com e além de Lygia Clark: cortes e proximidades entre arte, pedagogia e clínica
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<p>Caminhando (1963), proposição pioneira de Lygia Clark, da arte como um ato e não como um objeto, convidando-nos a simplesmente cortar/caminhar ao longo de uma fita de Möbius de papel, ainda propõe uma reviravolta radical no que consideramos arte, subvertendo ou pelo menos suspendendo a separação entre dentro/fora, sujeito/objeto e arte/vida, onde o ato de se fazer é no entre. Ancorada numa leitura tanto atenta quanto errante do Caminhando, este artigo propõe cortes e proximidades entre práticas experimentais da arte, pedagogia e clínica da época e paralelos contemporâneos pelo ato de caminhar investigando seu desejo de escapar o controle disciplinar do corpo dentro das instituições – museu, escola, clínica – e de cortar laços com suas normas. Em meio a esses cortes e proximidades, espero abrir um caminho gerador de afinidades, diferenças e emaranhamentos éticos. Um caminhar que seja ao mesmo tempo recuperação histórica e meditação crítica sobre práxis.</p>Jessica Gogan
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2024-06-302024-06-3019419410.15210/p31.v1i22.28955Maternidades instituídas: uma fabulação especulativa
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<p>O que torna uma produção acadêmica mais ou menos científica? Este ensaio busca tensionar a produção acadêmica tradicional que se ancora em metodologias rígidas e inacessíveis. Para tanto, aborda-se o conceito de maternidades instituídas por meio de uma fabulação especulativa, como recurso para elaborar reflexões acerca dos processos de subjetivação das maternidades, ao passo que se objetiva questionar e democratizar a produção acadêmica.</p>Júlia Suita FauthÉdio Raniere da Silva
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2024-06-172024-06-1723823810.15210/p31.v1i22.28957Poéticas no contágio: grupos e as janelas (na pandemia)
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<p>Durante a pandemia de covid-19 um seminário on-line foi realizado a partir do conceito-disparador de “poética no contágio”, pensando literalmente a circulação de produções poéticas durante um período de alto contágio do novo vírus e, evidentemente, de inauguração de um confinamento em escala mundial. Em meio a esta realidade incitamos a emergência dos grupos e das coletividades como tema de pesquisa, e abrimos nossas telas como se elas fossem, na verdade, janelas. Este ensaio narra realizações durante um pós-doutorado e as continuidades de uma pesquisa que aprende da análise institucional e inventa articulações possíveis entre a produção estético-política e a pesquisa acadêmica.</p>Cristina Thorstenberg Ribas
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2025-06-242025-06-2424824810.15210/p31.v1i22.28959Sonhando um sonho de Julieta Kirkwood: quero ser os nossos nomes
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<p>Versão em portugês do texto Soñando 1 sueño de Julieta Kirkwood: quiero ser nuestros nombres, de Paula Cobo-Guevara, do artigo originalmente publicado Lobo Suelto em 7 de abril de 2023. O ensaio que faz aparecer algumas reflexões abertas em torno das anotações da feminista chilena Julieta Kirkwood, tratadas a partir de um sonho de 1982, encontrado no acervo da feminista. O texto abre algumas perguntas feministas e suas revoluções desde a perspectiva do inconsciente tomando a premissa indígena do sonho como cosmopolítica.</p>Paula Cobo-Guevara (2023)Damian Kraus
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2024-06-212024-06-2128628610.15210/p31.v1i22.28960Para por um fim no massacre do corpo
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<p>Versão em português do ensaio "Pour en finir avec le massacre du corps" de Félix Guattari, publicado anonimamente na revista francesa Recherches n° 12, 1973, “Três mil milhões de perversos”, edição que constrói uma “grande enciclopédia das homossexualidades”. O governo francês apreendeu e destruiu exemplares da revista e processou Félix Guattari, então diretor da publicação, por "confrontar a decência pública".</p> <p> </p>CECILIA CAVALIERICristina Thorstenberg RibasPeter Pál PelbartFélix Guattari (1973)
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2024-06-252024-06-2530030010.15210/p31.v1i22.27978Ação e Invasão
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<p>O ensaio visual “Ação e Invasão" apresenta uma série de registros fotográficos interferidos por diagramas originados dos processos em Geoperformance, uma prática artística desenvolvida entre 2016 e 2019<br>em Porto Alegre, que tem como ponto de partida a ruptura com o plano simbólico, questão suscitada historicamente pela arte da performance.</p>Ali do Espírito Santo Oliveira
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2024-07-202024-07-2031631610.15210/p31.v1i22.28962Narrativas de ausência em objetos vivos
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<p>Neste ensaio visual, os materiais escolhidos protagonizam a enunciação. A urgência de sua construção aparece diante do folhear de fotografias, cartas, documentos e pertences compartilhados entre quem morreu e quem ainda vive, deparando-se com o envelhecer. Retoma-se o emaranhamento entre passado e presente através do digital e analógico, propondo-se uma ruptura entre-tempos, tal qual a memória e o tecer da<br>própria vida.</p>Gabriela Walter Gonçalves
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2024-06-252024-06-2533433410.15210/p31.v1i22.28963dos 7 atos-encantos
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<p><br><br>Ensaio visual realizado em diálogo com Borderlands (1987), de Gloria Anzaldúa, e de Encantamento sobre política de vida (2020), de Luiz Antonio Simas e Luiz Rufino.</p> <p> </p> <p><br><br></p>Christine Gryschek
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2024-06-292024-06-2934234210.15210/p31.v1i22.28964Lactation, a plantation mamífera
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<p>Entre o ensaio visual e a autoetnografia, este é um paper de baixos estudos, no melhor sentido em que ele aponta: para o chão. Um chão que é terra, secreção, leite, bicho, neném, rodapé, matéria viva. Enquanto artista-teórica forçada a pensar-com – e a partir do – leite vazado no encontro com minha cria, percebi que um conceito determinava a vida leitosa ao meu redor: a Lactation. A partir daí, um vídeo de 3 minutos e 33 segundos se pensa-com amas, vacas, cabras, ovelhas, grãos, patógenos e zumbis.</p> <p> </p>Cecilia Cavalieri
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2024-06-252024-06-2535435410.15210/p31.v1i22.28965Horizonte Citadino: cinco fragmentos de mundo
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<div style="text-align: justify;"> <p><span style="font-weight: 400;">Este ensaio visual pretende relacionar o “corpo-caleidoscópico” e a prática da colagem; visa redefinir nossa relação com fragmentos e promover uma variação para a experiência urbana. As imagens fazem parte de uma coleção cultivada na última década e integram as metodologias de pesquisa de mestrado, concluído pela autora em 2020, e de doutorado em andamento. A operação com as imagens constrói um pensamento para depois colocar a palavra. Afirma-se um ethos, papeleira, recortadeira, coladeira. A colagem constitui um exercício de saúde. Se o capitalismo fragmenta, a colagem restitui, multiplica. O método da pesquisa é também um gesto político. O objetivo do ensaio é reunir fragmentos e encontrar maneiras de perceber horizontes na cidade. Inspirado no conceito de assemblage, todo material pode ser incorporado: papel de revista, cola, fotografia, animais mortos, pedaços de plantas. Em Horizonte Citadino: cinco fragmentos de mundo, cada fragmento revela mundos possíveis e compromissados com forças empáticas e antirracistas. O ensaio celebra a pluralidade das experiências urbanas; redefine a relação com o papel e com a cidade. Cada imagem e texto são convites para afetar, imaginar e transcender os limites dos horizontes que habitamos.</span></p> <p> </p> </div>Aline Britto Miranda
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2024-03-112024-03-1138238210.15210/p31.v1i22.27507Tirinhas relacionais: uma poética autobiográfica sobre saúde mental
https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/paralelo/article/view/28966
<p>Este ensaio visual é composto por dois esboços e cinco tirinhas autobiográficas que tratam do tema saúde mental. Elas são parte de uma<br>pesquisa que aborda a relação entre a arte e a busca de cuidado pessoal e coletivo. Para o desenvolvimento desta produção foi utilizado o aplicativo<br>Sketchbook. A personagem central é a Azula, um alter ego forjado no exercício criativo de dar forma e conteúdo aos dilemas existenciais da<br>autora.</p>Ingrid Bezerra
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2024-06-252024-06-2539639610.15210/p31.v1i22.28966El vuelo del águila: una fábula poética sobre las memorias de la opresión
https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/paralelo/article/view/28967
<p>Hay una casona abandonada en Montevideo, encima de cuyo pórtico<br>se destaca la estatua de un águila. Los vecinos aseguran haber escuchado y visto<br>eventos inexplicables, gritos y vuelos. Se dice que, durante la dictadura militar,<br>dicha casona fue utilizada para detenciones y torturas. Pero aún hoy los muertos<br>continúan gritando… Este texto es un manifiesto artístico a favor de las ruinas y de<br>las casas embrujadas. Una proclama poética para preservar el enigma.<br><br></p>Sabina Sebasti
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2024-06-252024-06-2541241210.15210/p31.v1i22.28967Uma poética bricolista entre o visual e o audível
https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/paralelo/article/view/28968
<div style="text-align: justify;"> <p>Este artigo aborda três obras criadas por Marcelo Birck durante seu doutorado em Artes Visuais: a atuação performativa Anti-Remix, a instalação 8 (Cinema Falado), e o vídeo Arqueologia Doméstica. Tais obras incorporam materiais relacionados ao cinema (películas, projetores) e à fonografia (LPs, toca-discos, áudios). Para tanto, o<br>artista se baseia no método da bricolagem, o qual definimos como uma prática baseada na conexão de objetos e conceitos díspares em configurações imprevistas.</p> </div>Marcelo de Campos Velho Birck BirckGisela Reis BiancalanaAndreia Machado Oliveira
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2024-06-252024-06-2543243210.15210/p31.v1i22.28968Poéticas no contágio: grupos e as janelas (na pandemia)
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<p>Durante a pandemia de covid-19 um seminário on-line foi realizado a partir do conceito-disparador de “poética no contágio”, pensando literalmente a circulação de produções poéticas durante um período de alto contágio do novo vírus e, evidentemente, de inauguração de um confinamento em escala mundial. Em meio a esta realidade incitamos a emergência dos grupos e das coletividades como tema de pesquisa, e abrimos nossas telas como se elas fossem, na verdade, janelas. Este ensaio narra realizações durante um pós-doutorado e as continuidades de uma pesquisa que aprende da análise institucional e inventa articulações possíveis entre a produção estético-política e a pesquisa acadêmica. </p>Cristina Thorstenberg Ribas
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2024-06-282024-06-2824824810.15210/p31.v1i22.29129Contra Capa edição 22
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<p>Contra Capa edição 22</p>. .
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