Em maio, o V Congresso da Rede

No ano passado, a Rede de ITCPs completou 20 anos.

Ela nasceu em 1998, formada por seis incubadoras (UFRJ, UFC, UFPR, USP, UFRPE e UNEB) e hoje conta com 41 associadas.

A partir de 2006, a Rede passou a realizar congressos acadêmicos com a finalidade de aproximar as incubadoras e estimular o processo de trocas de experiências e de conhecimento entre elas. O primeiro congresso aconteceu em Itamaracá (PE) e a seguir sucederam-se os encontros de São Paulo (2008), Porto Alegre (2011) e Salvador (2015).

Agora, o V Congresso acontece no Rio de Janeiro, em homenagem à experiência pioneira da ITCP da COPPE-UFRJ.

O tema do encontro é: "Universidade e economia solidária: Rede de ITCPs - 20 anos ressignificando a universidade brasileira".

A programação e mais detalhes podem ser encontrados no site do V Congresso: https://www.vcongressoredeitcps.com/

A Rede Universitária de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares (Rede de ITCPs) é formada, atualmente, por 41 incubadoras cujo objetivo é apoiar a formação e consolidação de empreendimentos de economia solidária, bem como prestar assessoria e formação a grupos já consolidados.
     A Rede nasceu em 1998, com seis incubadoras (UFRJ, UFC, USP, UFPR, UNEB, UFRPE), inspiradas no trabalho da ITCP original, nascida na Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia (COPPE) da UFRJ e cuja experiência disseminou-se nos anos seguintes por todo Brasil.
   A ação das ITCPs origina, necessariamente, um processo de intensa articulação entre pesquisa, ensino e extensão nas universidades em que funcionam. As demandas originadas dos grupos de economia solidária que reúne trabalhadores desocupados ou em situação de trabalho precário que sem dispor de capital acumulado previamente, tentam empreender economicamente de forma coletiva, a partir de suas experiência e qualificações profissionais, necessitando de assessoria e formação para seus empreendimentos, e em várias áreas: tecnologia, gestão, relações humanas, direito, saúde etc.
   Assim, o que as incubadoras fazem é colocar professores e estudantes das mais diversas áreas, atuando interdisciplinariamente, para atender as demandas dos grupos; isto exige muita pesquisa, capacidade de atuação em equipe, qualificação dos cursos universitários e, finalmente, processos adequados de extensão universitária.