Orientações para utilização de acelerômetros no Brasil

  • Jeffer Sasaki Universidade do Triângulo Mineiro
  • Andrée Coutinho Universidade Federal de Santa Catarina.
  • Carla Santos Universidade Federal de Santa Catarina
  • Cecília Bertuol Universidade Federal de Santa Catarina
  • Giseli Minatto Universidade Federal de Santa Catarina.
  • Juliane Berria Universidade Federal de Santa Catarina
  • Lúcia Tonosaki Universidade Federal de Santa Catarina
  • Luiz Lima Universidade Federal de Santa Catarina.
  • Moane Marchesan Universidade Federal de Santa Catarina
  • Pablo Silveira Universidade Federal de Santa Catarina
  • Rodrigo Krug Universidade Federal de Santa Catarina
  • Tânia Benedetti Universidade Federal de Santa Catarina
Palavras-chave: Monitoramento, Atividade motora, Métodos, Avaliação

Resumo

O objetivo do presente estudo foi apresentar um conjunto de orientações para a utilização de acelerômetros no Brasil. O método consistiu na revisão e síntese de artigos que utilizaram acelerômetros como instrumento de medida objetiva da atividade física. Com base nesses estudos, buscou-se apresentar orientações para as fases pré-coleta (seleção do acelerômetro; testagem da calibração dos acelerômetros, atualização de firmware; estudo piloto; e definição de protocolo), coleta (distribuição dos acelerômetros; contato com participantes; e devolução dos acelerômetros) e pós-coleta (processamento; transformação e interpretação dos dados; e comparabilidade dos dados) do uso de acelerômetros. São descritos procedimentos para facilitar as tomadas de decisões relacionadas ao uso desses dispositivos, bem como para obtenção de dados de acelerometria válidos e reprodutíveis. As orientações são uma iniciativa de pesquisadores da área a fim de proporcionar um avanço metodológico nas medidas objetivas da atividade física. A adoção das orientações pode facilitar a padronização dos procedimentos empregados e a comparabilidade de resultados entre estudos com acelerômetros no Brasil. 

Biografia do Autor

Jeffer Sasaki, Universidade do Triângulo Mineiro
Departamento de Ciências do Esporte, Uberaba, Minas Gerais
Andrée Coutinho, Universidade Federal de Santa Catarina.
Centro de Desporto, Programa de Pós-graduação em Educação Física.  Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.
Carla Santos, Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Desporto, Programa de Pós-graduação em Educação Física.  Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. 
Cecília Bertuol, Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Desportos, Programa de Pós-Gradação em Educação Física. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. 
Giseli Minatto, Universidade Federal de Santa Catarina.
 Centro de Desportos. Programa de Pós-Gradação em Educação Física. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.
Juliane Berria, Universidade Federal de Santa Catarina
 Centro de Desporto, Programa de Pós-Gradação em Educação Física. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. 
Lúcia Tonosaki, Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Desporto, Programa de Pós-Gradação em Educação Física. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.
Luiz Lima, Universidade Federal de Santa Catarina.
Centro de Desporto, Programa de Pós-Gradação em Educação Física. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. 
Moane Marchesan, Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Desporto, Programa de Pós-Gradação em Educação Física. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. 
Pablo Silveira, Universidade Federal de Santa Catarina
 Centro de Desporto, Programa de Pós-graduação em Educação Física.  Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. 
Rodrigo Krug, Universidade Federal de Santa Catarina
 Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Gradação em Ciências Médicas. Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.
Tânia Benedetti, Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Desporto, Programa de Pós-graduação em Educação Física.  Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.
Publicado
2017-03-01
Seção
Artigos de Revisão