MENSAGENS CIFRADAS: PARANOIA EM "2666" DE ROBERTO BOLAÑO

Antônio Carlos Silveira Xerxenesky

Resumo


Este artigo discute a maneira como a imaginação paranoide – uma marca recorrente da literatura contemporânea, na opinião de críticos como Stefano Ercolino – se manifesta nas duas primeiras seções do romance 2666, do autor chileno Roberto Bolaño. Traçando breves paralelos com a produção de Philip K. Dick e Thomas Pynchon, discute-se o que os romances e contos de Bolaño oferece de singular, e de que modo esta simboliza um caminho para a produção literária que gira em torno de conceitos como fragmentação e a arte do excesso.

Palavras-chave: Literatura latino-americana; paranoia; literatura comparada; fragmentação; excesso.


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DOI: http://dx.doi.org/10.15210/cdl.v0i34.16930



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