EXILIO, IRONÍA Y RESISTENCIA EN CRÓNICAS DE NUESTRA AMÉRICA

Valentina Quaresma Rodríguez

Resumo


Nesse artigo se propõe uma breve exploração do processo editorial de migração entre o jornal e o livro que se produziu nas Crônicas de Nuestra América, escritas pelo dramaturgo brasileiro Augusto Boal ao longo dos anos 70, no período do seu exilio latino-americano. Este estudo sugere que as crônicas de Boal são resultado de uma aposta poética e política que ressoa com sua obra de maior divulgação, o Teatro do oprimido. Primeiro se descreve a transição e movimento das crônicas em distintos espaços de publicação, para depois analisar os materiais textuais procurando o uso e sentido que o autor confere à ironia como mecanismo retórico de subversão da ordem, tanto no literário quanto na sua conceição da vida social.

Palavras-chave: Augusto Boal; Brasil; Nossa América; Teatro do oprimido; O Pasquim; crônica, exílio latino-americano.


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DOI: http://dx.doi.org/10.15210/cdl.v0i34.16982



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