ARTE CONTEMPORÂNEA, PINTURA, FOTOGRAFIA, PERFORMANCE, ESCULTURA, VÍDEO, DANÇA, GÊNERO; CONTEMPORARY ART, PINTURA, PHOTOGRAPHY, SCULPTURE, VIDEO, DANCE, GENDER ISSUES

Notícias

Paralelo 31, Revista Digital do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Pelotas, apresenta-se como uma publicação de pesquisa científica na área de Artes Visuais com concentração nas  artes contemporâneas e no ensino da arte, com periodicidade semestral. Propõe um foco ampliado de abordagem no campo das Artes, buscando favorecer o debate cultural acerca da produção artística no contexto contemporâneo e em consonância com a diversidade atual desta produção e a pesquisa científica.

                                                                                                                                                                                                        ENGLISH: 

Paralelo 31, digital journal  of the Postgraduate Program in Visual Arts, Federal University of Pelotas,  Pelotas, RS, Brazil, presents itself as a free access publication for scientific research in the field of Visual Arts focusing on the contemporary arts and art education, with a  semiannual periodicity. It proposes an ample focus on approaches in the field of the Arts, seeking to favor the cultural debate about artistic production in the contemporary context and in consonance with the current diversity of this production and scientific research.

 

AVISO: Convocatório: DIVERSIDADES/ADVERSIDADES NAS ARTES prorrogação 10 junho 2021

 

 

CHAMADA ABERTA:

 

SUBMISSSÃO DIRETA NO PORTAL DA UFPEL/PARALELO 31-  revista do Programa de Pós-Graduação em Artes -Mestrado. HTTPS://PERIODICOS.UFPEL.EDU.BR/OJS2/INDEX.PHP/PARALELO/INFORMATION/AUTHORS

Convocatório: submissão até 31 maio 2021>>>prorrogada até 10 de junho 

  

Diversidades/Adversidades nas Artes

 

Chamada aberta aos artigos sobre processos criativos em poéticas visuais, processos educativos de ensino das artes e ações da crítica da arte na contemporaneidade em torno do tema Diversidades / Adversidades nas Artes. 

A noção de diversidades foi um ponto de partida, interpretada de forma aberta e no plural, para se indagar sobre algumas  características das artes, as quais se aproximam das de outras áreas de pesquisa em muitos respeitos; entretanto, me parece que as artes têm uma qualidade muito diferente das outras áreas em termos dos modos, meios e táticas usados para se diversificarem, brotando uma pletora de possibilidades, variedades e variações nos modos de fazer e reinventar a si mesmas.

Inicialmente, este processo de transformação foi lento, ao longo da história mas, mais recentemente, surge uma grande quantidade de alterações e descobertas desde os anos sessenta/pós-segunda guerra. É tão singular, como as artes parecem estar num processo de constantemente expandir seu(s) campo(s) de atuação  e multiplicar os modos de experimentar e propor formas poéticas. Este processo emergente dos devires das artes, radicais ou sutis, também sugere processos simultâneos da superação de adversidades.     

O tema subdivide a pluralidade de sentidos do termo diversidades: por exemplo, poderia pensar a riqueza de variação das artes, no sentido de suas fusões, conjuntos e amálgamas de meios, técnicas e materiais mistos, suas misturas, as táticas contemporâneas de colagem e assemblagem, seus entremeios, suas intermídias, suas formas híbridas e mestiçagens [e se ainda se for possível, podemos repensar o termo datado ‘contaminações’] nas artes da contemporaneidade.

A palavra “diversidades” me levou a pensar sobre as artes e sua capacidade de potencializar encontros  e transbordamentos das áreas de conhecimento, talvez, sua indisciplinariedade. Quantas propostas são possíveis entre as artes visuais e a dança, vídeo, fotografia e performance, entre a poesia verbal e visual, o design e o teatro, a música, as artes sonoras e suas paisagens, e as  linguagens digitais, objetuais, dialógicas e corporais, bem como entre as artes e ciência, biologia, e assim por diante?  

As combinações infindáveis das propostas poéticas e do ensino das artes também englobam a transversalidade e os deslocamentos do/da artista e de sua vontade de explorar e recombinar muitas áreas de conhecimento, ou talvez, para o artista, tais áreas 'distintas' sempre foi uma potência de seu campo sem fronteiras (ao menos na visão de um/uma sonhador/a).

Por outro lado, a diversidade nas artes também possa ser relacionada às pessoas.  Por exemplo, artistas e educadores de países diferentes trabalham juntos.  E se o/a autor/a queira pensar na palavra, no singular, "a diversidade" das pessoas nas artes, talvez seja um momento para apropriar-se deste espaço para criticar a noção em si, termo ainda em uso hoje, que serve aqui como isca para provocar debate.  

Ao pensar neste tema de diversidades -  cheguei a outras palavras pertinentes, talvez mais adequadas, como -variedades, diferenças, divergências – e considerei também: 

Qual é a potência daquilo que difere que produz a diferença? 

Quais condições produzem as diferenças nas artes? 

capacidade incomum das artes constituírem um meio complexo onde as pessoas e os grupos operam seus modos singulares de ver a  arte e a vida, questionando aspectos da contemporaneidade, da sociedade e as possibilidades das artes em si me parece parte da resposta.

Pois, dessa variabilidade, dessa capacidade de produzir diferenças e divergencias somadas à possibilidade de coexistirem muitos olhares - de artistas-professores-teóricos -  emergem as ferramentas de empoderamento, mudança e gestos de ampliar os contextos de atuação do/da artista e apagar limites.

Ao explorar as possibilidades deste tema, não podia pensar em suas diversidades sem considerar as experiências de adversidade que artistas-pesquisadores-educadores enfrentam na atualidade, não somente em relação à pandemia, mas talvez esta ruptura do fluxo cotidiano (e de sua suposta normalidade) foi o que tornou mais visíveis as adversidades que enfrentamos em nossa área e no cotidiano, ao viver, fazer e ensinar as artes.   

      As diversidades/ adversidades acompanham os contextos das artes. Se a diferença é a semente que espalha, a potência e desejo para ampliar os espaços de atuação, a adversidade se revela como tensão oposta.  Evocamos as palavras do artista brasileiro Hélio Fervenza e seu livro o + é deserto (São Paulo: Escrituras, 2003, p. 49) que reflete sobre o  'deserto' como ‘espaço de adversidade’; e este espaço me parece familiar, quando o artista-pesquisador escreve em sua prosa:

 

 vivemos em espaços de grande adversidade

onde são produzidos vazios a todo instante.

Vazios econômicos, por exemplo. Mas também

vazios produzidos por excessos como o vazio

provocado pela acumulação de imagens [...]

no meio dessa adversidade, entretanto,

pode surgir algo. Impulsionado pelo

não-sentido da situação 

 

 

 - As editoras, Paralelo 31-revista do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Pelotas

 

paralelo31@ufpel.edu.br

ACESSE: HTTPS://PERIODICOS.UFPEL.EDU.BR/OJS2/INDEX.PHP/PARALELO/INFORMATION/AUTHORS

 

 

 
Publicado: 2021-03-23
 

AVISO: CONVITE PARA ASSISTIR O LANCAMENTO GRAVADO - "MAKING OF DOSSIÊ DELEUZE" - FOI DIA 3 de maio 2021

 

As editoras têm o prazer de apresentar:

LANÇAMENTO DO DOSSIÊ DELEUZE: Modos de Usar  da edição 15 da PARALELO 31 - revista do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da UFPel, que ocorreu no dia 3 de maio de 2021. 

O evento está disponível no canal de YouTube CONEXÂO ARTE do Centro de Artes da UFPel 

https://www.youtube.com/watch?v=lhEEgic3Cdg&t=1804s

O Dossiê Deleuze  foi organizado pelos professores Édio Raniere da UFPel e  Eduardo Pacheco da UERGS.

QUANDO?: aconteceu às 19h00min, dia 3 de maio de 2021

ONDE?: A versão gravada do evento está no canal de YouTube CONEXÃO ARTE do Centro de Artes da UFPel, acesse: 

https://www.youtube.com/watch?v=lhEEgic3Cdg

ou

https://www.youtube.com/watch?v=lhEEgic3Cdg&t=1804s

 Ver nosso teaser em: https://wp.ufpel.edu.br/mestradoartesvisuais/2021/04/30/edicao-15-da-revista-paralelo-31-ppgavi-ufpel/

 

 
Publicado: 2021-03-02
 

AVISO: NOVO EMAIL DA REVSTA PARALELO 31

 

Avisamos que a revista Paralelo 31 está com um novo e-mail instituciona: 

 

paralelo31@ufpel.edu.br

                     A editora, 2020 

 

 

 

 
Publicado: 2020-11-16
 

RECEBEMOS SUBMISSÕES DE ARTIGOS EM FLUXO CONTÍNUO

 
A revista Paralelo 31 aceita artigos em fluxo continuo, bem como ensaios verbais e visuais e resenhas.  
Publicado: 2020-09-30
 

Chamadas 2020 Paralelo 31

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Publicado: 2020-05-13
 

EDIÇÃO 15 2020 DOSSIE: CONVOCATÓRIA ARTE PÓS-DIGITAL: Perspectivas Micropolíticas nas relações entre Arte e Tecnologia

 

 

 

 

 

Submissão aberta até 31 de julho de 2020

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Deadline: 31 de julio 2020

 

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Submission deadline: 31st of July 2020



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Publicado: 2019-08-10
 

Edição 13 – Dossiê: Arte Contemporânea: Entre linguagens de afeto e sensibilidades do cotidiano (2019/02) - 30 setembro de 2019

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Publicado: 2019-02-18
 

12th EDITION (2019/01) - CALL FOR PAPERS

 

PERSPECTIVES AND POETICS OF CONTEMPORARY  ART PRODUCTION IN AND ABOUT THE VISUAL ARTS  IN AND FROM LATIN AMERICA

Paz Lopez - Diego Portales University, Chile - plopess@gmail.com

Rosângela Fachel - Federal University of Pelotas, Pelotas - paralelo31.revista@gmail.com

Deadline for submissions: June 12, 2019

Figure: Image of "A Logo for America" (1987), by Alfredo Jaar

PERSPECTIVES AND POETICS OF CONTEMPORARY  ART PRODUCTION IN AND ABOUT THE VISUAL ARTS  IN AND FROM LATIN AMERICA

Paz Lopez - Diego Portales University, Chile - plopess@gmail.com 

Rosângela Fachel - Federal University of Pelotas, Pelotas - paralelo31.revista@gmail.com

In 2014, the Guggenheim Project UBS MAP Global Art Initiative held the exhibition Under the Same Sun: Art from Latin America Today (https://www.guggenheim.org/exhibition/under-the-same-sun-art-from-latin%20-america-today), with the Mexican curator Pablo León de la Barra. The exhibition was presented as an investigation into the contemporary Latin American artists' response to the complex reality they share from their colonial and modern histories of repressive governments, economic crises and social inequality, as well as simultaneous periods of economic wealth, development and progress in the region. The exhibition would then present contemporary artistic responses to the past and the present, as well as imaginary possible futures. Combining works from thirty-seven artists from sixteen countries, the exhibition was organized around five thematic axes: "Conceptualism and its Legacies", "Tropicologies", "Political Activism", "Modernism and its Failures" and "Participation / Emancipation", which, according to the curators,  would contemplate art-defining issues in Latin America at the time. In 2015, the exhibition with its title translated into Portuguese  - Sob o mesmo sol: arte da América Latina hoje, was presented at the Museum of Modern Art - MAM, São Paulo, Brazil; and with its title translated in Spanish   - Bajo el mismo sol: arte de América Latina hoy, was exhibited at the Jumex Museum, Mexico City, Mexico.

This exhibition can be read as the heir of a series of curatorial projects, based in the hegemonical centers of art production, that had attempted to redefine the ethical, political and aesthetic problems that would determine the conditions of production and circulation of Latin American art. We recall, for example, Magiciens de la terre (Georges Pompidou, 1989); The Bride of the Sun (Royal Museum of Antwerp, 1991); Latin American Artists of the 20th Century (Museum of Modern Art of New York, 1993).

 So what would Latin American Art be? The question does not refer to an essence, but to questioning the representations that are at stake when it comes to "rewriting the historical geography of modern and contemporary art" (BARRIENDOS, 2009) in Latin America, and its struggles to redefine itself. The very denomination (more geopolitical than continental) -  Latin + America - combines references to the new and the old world, alluding to its hybrid and composite aspects, besides being a new way to name the continent that ended up losing its name to the United States, that is, ‘America’. But while there was an attempt made at continental identification, one must also recognize the geographical diversity that divides the continent into four sub-regions: Andean, Amazonian, Platina American and Central American Caribbean, in which different cultures and civilizations have developed, and what Ángel Rama (2001) calls "cultural counties [cultural districts]”. It should be kept in mind that although Latin American peoples possess common cultural features, they also have, as Hugo Achugar (2004) points out, heterogeneities based on places, landscapes and territories, which have distanced them.

But even if the idea of the existence of an artwork that can be understood as Latin American seems to us questionable, above all, because it comes from a geopolitical classification, which takes the place of origin and production as defining cultural identities. This allows us to (re)think and (re)define the existence of common visual poetics and discourses that permeate the various art practices and question the Latin American representations in contexts of cultural hegemony. It is therefore fundamental to generate constant and simultaneous issues about how these cultural frames and perspectives are chosen, for they try to classify and define these productions, as they identify tendencies and angles for perception, they can also create new ones.

With these questions in mind, we propose this dossier as a space for the discussion of contemporary Latin American art production in all its aspects and shades. In addition to theoretical-critical reflection on works, artists and trends, developed in articles in essays, we are also interested in visual essays produced by contemporary Latin American artists, as well as interviews and reviews of works, publications and exhibitions related to the theme.

Deadline for submissions: June 12, 2019

In addition to the "Dossier" proposed, Paralelo 31 accepts original and unpublished papers - articles, critical reviews, essays, visual essays and interviews on the contemporary arts and on art education, curatorship, criticism and contemporary art history. The journal Parallel 31 publishes twice a year and also accepts submissions in continuous flux written by doctoral researchers, professors and master's students in co-authorship with their advising professor.

 

 

 

 

 
Publicado: 2019-01-05
 
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