A CONCEPÇÃO DO INDIVÍDUO PELA ARTE: UMA LEITURA DE A CONFISSÃO DE LÚCIO E O RETRATO DE DORIAN GRAY

Rita de Cássia Moser Alcaraz

Resumo


 

O presente artigo propõe a análise de duas obras literárias: “A confissão de Lúcio” de Mário de Sá Carneiro e “O Retrato de Dorian Gray” de Oscar Wilde, nas quais os autores, ao elaborarem em suas obras, espaços de reflexão sobre a arte e permitem aos personagens criarem obras artísticas inigualáveis por possuírem a centelha viva, capaz de materializar-se em A confissão de Lúcio com Marta, ou do retrato de Dorian Gray deter o seu envelhecimento, propondo um caminho na arte a ser definido pelos personagens, contra as modificações advindas do estabelecimento da sociedade moderna. Considera-se também a modernidade como base para os movimentos artísticos que surgem, trazendo uma nova perspectiva para a arte. Por isso, leva-se em consideração as modificações na concepção do homem advindas do progresso.

 

 


Palavras-chave


modernidade, arte, razão científica, imaginário

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DOI: http://dx.doi.org/10.15210/pp.v0i4.3690