Encarceramento prisional e racismo em Santa Catarina

penitenciária de Florianópolis e seus Arquivos Marginais (1930-1959)

  • Júlia Rossler da Rosa Oliveira Universidade do Estado de Santa Catarina
Palavras-chave: História das prisões, Arquivos Marginais, Encarceramento

Resumo

O presente artigo dialoga com uma dissertação de mestrado que está em andamento, acerca das relações entre racismo e encarceramento prisional, a partir das práticas institucionais da Penitenciária de Florianópolis - SC. Nesta pesquisa que encontra-se nos estudos da história das prisões, a problemática central questiona quais as noções de raça para a instituição, e a resposta é desenvolvida através da análise de seus arquivos marginais, que tratam-se de prontuários de presos e relatórios penitenciários. A principal hipótese afirma que as noções de raça estão imbricadas ao léxico da criminologia positivista, questão desenvolvida no presente artigo. Continuidade histórica, a partir de Beatriz Nascimento e dispositivo de racialidade, a partir de Sueli Carneiro são categorias importantes que norteiam as reflexões suscitadas na pesquisa.

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Biografia do Autor

Júlia Rossler da Rosa Oliveira, Universidade do Estado de Santa Catarina

Mestranda e bolsista CAPES pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina. Pesquisadora-colaboradora do projeto de pesquisa e extensão Arquivos Marginais. E-mail:
juliarossler8@gmail.com.

Publicado
2025-11-25
Como Citar
Oliveira, J. R. da R. (2025). Encarceramento prisional e racismo em Santa Catarina: penitenciária de Florianópolis e seus Arquivos Marginais (1930-1959). Revista Discente Ofícios De Clio, 10(18), 319-334. https://doi.org/10.15210/clio.v10i18.30608