TRAMAS E URDIDURAS FEMINISTAS, POPULARES E DECOLONIAIS NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Lissette Torres-Arévalo
Narjara Mendes Garcia

Resumo

O artigo evidencia a necessidade uma Educação Ambiental tecida por nuances feministas, populares, descolonizadoras, além de antirracistas e intergeracionais. A reflexão parte de interações ocorridas em oficinas de tear decorativo, propostas como atividades de sensibilização estética-ambiental, em curso de formação realizados em duas cidades brasileiras: Mocajuba (Pará) e Novo Hamburgo (Rio Grande do Sul). A análise, contudo, não se limita a esse contexto; por meio da autoetnografia como processo investigativo qualitativo, busca-se evidenciar detalhes e conversas mais cotidianas presentes nessas experiências. Os resultados são apresentados na forma de discussões, baseadas principalmente na necessidade de entender a Educação Ambiental a partir dos contextos em que muitas vezes ela é utilizada como ferramenta de transformação e emancipação.

Downloads

Não há dados estatísticos.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Como Citar
Torres-Arévalo, L., & Garcia, N. M. (2025). TRAMAS E URDIDURAS FEMINISTAS, POPULARES E DECOLONIAIS NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL. D’GENERUS: Revista De Estudos Feministas E De Gênero, p. 130-147. Recuperado de https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/dgenerus/article/view/31393
Seção
NÚMERO ESPECIAL
Biografia do Autor

Lissette Torres-Arévalo

Doutorado em Educação Ambiental, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil

Narjara Mendes Garcia

Doutora em Educação Ambiental, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil

Referências

ELLIS, Carolyn; ADAMS, Tony E.; BOCHNER, Arthur P. Autoethnography: An Overview. Forum Qualitative Sozialforschung / Forum: Qualitative Social Research, [s. l.], v. 12, n. 1, 2011. Disponível em: https://www.qualitative-research.net/index.php/fqs/article/view/1589. Acesso em: 15 ago. 2025.
ESTÉVEZ-ÁLVAREZ, Lurima. La educación estético-ambiental en la formación de educadores (as). 2017. 270 f. Tese - Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2017. Disponível em: https://sistemas.furg.br/sistemas/sab/arquivos/bdtd/0000011912.pdf. Acesso em: 16 ago. 2025.
FERREIRA, Waldinéia Antunes de Alcântara; LACERDA, Géssica Souza. ART RACISMO AMBIENTAL E O PODER DA MULHER FRENTE ÀS (IN)JUSTIÇAS AMBIENTAIS. Revista de Comunicação Científica, [s. l.], v. 1, n. 12, 2023. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/index.php/rcc/article/view/11412. Acesso em: 24 ago. 2025.
GUERRERO-ARIAS, Patricio. Corazonar. Sentidos “otros” de la existencia desde las sabidurías insurgentes. Revista CLAR, [s. l.], v. 47, n. 4, p. 12–29, 2009. Disponível em: https://revista.clar.org/index.php/clar/article/view/480. Acesso em: 18 maio 2022.
GUERRERO-ARIAS, Patricio. Corazonar. Una antropología comprometida con la vida. Miradas otras desde Abya-Yala para la decolonización del poder, del saber y del ser. Abya-Yalaed. Quito: Ediciones Abya-Yala, 2010.
GUERRERO-ARIAS, Patricio. La chakana del corazonar: desde las espiritualidades y las sabidurías insurgentes del Abya Yala. Primeraed. Quito: Abya-Yala, 2018. (Universidad Politécnica Salesiana). Disponível em: Acesso em: 12 maio 2022.
GUZMÁN, Adriana. Descolonizar la Memoria, Descolonizar los Feminismos. 2da Edicióned. La Paz: Tarpuna Muya, 2019.
KOROL, Claudia. La Educación Popular como creación colectiva de saberes y haceres. In: FEMINISMOS POPULARES. PEDAGOGÍAS Y POLÍTICAS: APRENDIZAJES COMPARTIDOS Y VOCES DESOBEDIENTES DE COLOMBIA, ARGENTINA, BRASIL, VENEZUELA, PARAGUAY, PALESTINA Y CUB. Bogotá: La Fogata, 2016a. p. 266. Disponível em: https://www.bibliotecafragmentada.org/wp-content/uploads/2019/12/Feminismos-populares.pdf. Acesso em: 16 ago. 2025.
KOROL, Claudia. “Las mujeres en Palestina tienen menos que nada”. Diálogos con Salam Hamdam. In: FEMINISMOS POPULARES. PEDAGOGÍAS Y POLÍTICAS: APRENDIZAJES COMPARTIDOS Y VOCES DESOBEDIENTES DE COLOMBIA, ARGENTINA, BRASIL, VENEZUELA, PARAGUAY, PALESTINA Y CUBA. Primeraed. Bogotá: La Fogata, 2016b. p. 266. Disponível em: https://www.bibliotecafragmentada.org/wp-content/uploads/2019/12/Feminismos-populares.pdf.
LAYRARGUES, Philippe Pomier; LIMA, Gustavo Ferreira da Costa. As macrotendências político-pedagógicas da Educação Ambiental brasileira. [s. l.], v. VII, n. 1, p. 23–40, 2014.
PAYNE, Phillip et al. Afetividade em Pesquisas em Educação Ambiental Affectivity in Environmental Education Research Afectividad en la Investigación en Educación Ambiental. Pesquisa em educacao ambiental (Brazilian Journal of Environmental Education), [s. l.], 2017.
PULEO, Alicia. Ecofeminismo para otro mundo posible. España: Titivillus, 2011. Disponível em: https://www.solidaridadobrera.org/ateneo_nacho/libros/Alicia%20H%20Puleo%20-%20Ecofeminismo%20para%20otro%20mundo%20posible.pdf. Acesso em: 10 ago. 2025.
ROMERO PLANA, Virginia. Tinta y espejos: la autoetnografía como apuesta feminista. Revista Estudos Feministas, [s. l.], v. 32, p. e90813, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ref/a/B6fGzdzvtgfmMwDVfVcZwXg/?lang=es. Acesso em: 15 ago. 2025.
TORRES-ARÉVALO, Lissette. Sensibilización ambiental a partir del tejer con mullo: 2022. 193 f. Doctorado - Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2022. Disponível em: https://sistemas.furg.br/sistemas/sab/arquivos/bdtd/0000015179.pdf. Acesso em: 16 maio 2022.
WERNKE, Ana. Crise climática e gênero: o duplo fragelo das vítimas de eventos climáticos extremos. REVISTA INTERNACIONAL DE VITIMOLOGIA E JUSTIÇA RESTAURATIVA, [s. l.], v. 2, n. 2, 2024. Disponível em: https://revista.provitima.org/ojs/index.php/rpv/article/view/87. Acesso em: 24 ago. 2025.