Ser cuidador em serviço residencial terapêutico: fragilidades e potencialidades na prática assistencial

Palavras-chave: Saúde mental, Cuidadores, Transtornos mentais

Resumo

Objetivo: identificar as fragilidades e potencialidades vivenciadas pelos cuidadores na prática assistencial dos serviços de residência terapêutica. Método: pesquisa qualitativa realizada por meio de entrevista semiestruturada, com 12 cuidadores dos de seis Serviços de Residências Terapêuticas do Oeste Paulista, cujos dados foram tratados por análise de conteúdo de Bardin. Resultados: emergiram duas categorias, fragilidades na prática de ser cuidador em serviço de residência terapêutica: superando limites e as potencialidades na prática de ser cuidador em serviço de residência terapêutica: uma conquista nas relações interpessoais. Considerações finais: os cuidadores têm dificuldades em promover atividades a fim de ressocializar às pessoas com transtorno mental, decorrente da sobrecarga de trabalho com as atividades domésticas da residência e o vínculo com o morador é um facilitador na assistência aos mesmos. 

Biografia do Autor

Amanda Stefani Torquato da Silva, Unoeste
Enfermeira,especialista em  gestão  da  Qualidade e Segurança do Paciente (SENAC)cuidadora em Saúde Da Residência Terapêutica (CIOP)
Genêsis Brito Ribeiro
Enfermeira
Publicado
2019-03-20
Como Citar
1.
da Silva AST, Ribeiro GB, Xavier dos Santos LL, Buriola AA. Ser cuidador em serviço residencial terapêutico: fragilidades e potencialidades na prática assistencial. J. nurs. health. [Internet]. 20º de março de 2019 [citado 20º de maio de 2024];9(1). Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/enfermagem/article/view/14692
Seção
Artigos Originais/ Original Articles