AMBIENTES DE PARTURIÇÃO
Uma linha do tempo e seus impactos simbólicos, físicos e culturais
Resumo
O artigo analisa a evolução dos ambientes de parturição, destacando a influência dos espaços físicos na experiência do parto e na promoção do cuidado humanizado. A partir de uma revisão não sistemática da literatura, o estudo percorre desde os saberes ancestrais ligados ao parto natural até a consolidação do modelo hospitalar biomédico. No Brasil, observa-se o apagamento de práticas tradicionais em favor de uma assistência tecnicista, marcada por intervenções e controle sobre o corpo feminino. Com o avanço de políticas públicas como a Rede Cegonha e a Política Nacional de Humanização, intensificam-se debates sobre ambiência, conforto e protagonismo da mulher. A arquitetura, nesse contexto, passa a ser compreendida como parte integrante da assistência. Conclui-se que a qualificação dos espaços de parturição deve considerar não apenas critérios técnicos e sanitários, mas também as dimensões subjetivas, simbólicas e afetivas da experiência do nascimento.
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