VAMOS COMER PATRIMÔNIO?
Saberes ancestrais e experiências-fruições no agora
Resumo
O presente ensaio se propõe a refletir sobre o corpo do patrimônio cultural material instituído sobre mundos originários, a partir de um movimento de dissenso e insubmissão à sua dureza e monumentalidade, convocando-se experiências e fruições no agora. Pretende-se realizar uma destruição-construção imaginária em detrimento da construção-destruição patrimonialista, ficcionalizando um ato de devoração do patrimônio. O texto se organiza em quatro atos: no primeiro, um prenúncio acerca da morte, que se materializa, e o gesto antropofágico de um morto-vivo; o segundo aborda o processo digestivo e outras reações corporais em oposição; no terceiro, pensa-se o patrimônio a partir dos saberes ancestrais; e, no quarto ato, o fim, decretada a morte patrimonial-material, o que possibilita refletir sobre outras experiências e fruições no presente conjuntamente com sabedorias milenares indígenas vivas.
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