REFLEXÕES SOBRE OS MOVIMENTOS CULTURAIS PERIFÉRICOS
A cena do hip hop em Pelotas/RS
Resumo
O hip hop constitui uma manifestação cultural periférica marcada por dimensões éticas, estéticas e políticas, articulando identidades coletivas e práticas de resistência no espaço urbano. Este artigo analisa a cena do hip hop na cidade de Pelotas (RS), compreendendo-a como expressão viva da cultura periférica e do direito à cidade, assim como uma prática de resistência cultural de saberes ancestrais. A pesquisa, de caráter exploratório, fundamenta-se em revisão bibliográfica e em procedimentos de observação participante, associados ao método analítico do pensar por montagem, inspirado em Georges Didi-Huberman. Foram analisadas cinco manifestações culturais em diferentes territórios da cidade, a partir de registros fotográficos e sua relação com os contextos socioespaciais. Os resultados evidenciam que o hip hop em Pelotas atua como prática territorial que promove pertencimento, identidade coletiva e ressignificação de espaços urbanos marginalizados, configurando-se como forma alternativa de participação social e produção de cidadania.
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