A MORAL E A POLÍTICA SOB A ÉGIDE DA NATUREZA OU NOS ANTÍPODAS DO UNIVERSAL

Rita Paiva

Resumo


 Esse artigo visa  problematizar a constituição da  moral e da  política, tal como fundamentadas  por H. Bergson  em sua última obra. Trata-se de compreender  que essas dimensões da vida humana, ao menos enquanto tendências, mergulham suas raízes na natureza,  o que eleva o propósito de conservação da espécie à condição de fim último da  existir. Procura-se, assim, interrogar se com a atualização das virtualidades naturais que conformam a presença do homem no mundo, tanto a conduta moral quanto as ações políticas não findam por antagonizar com certos  ideais instaurados no limiar da modernidade – e que, sob certas perspectivas, vicejam ainda no  imaginário contemporâneo –, a saber: a expectativa de um progresso civilizatório pautado pela emancipação universal e pelo refluxo da violência.

Palavras-chave


Progresso; moral; política; natureza; universalidade.

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DOI: https://doi.org/10.15210/dissertatio.v0i0.10079

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