ENTRE SENTIDOS, MONUMENTOS COMO ESTRUTURAS LIMÍTROFES: UM OLHAR SOBRE O SANGRAMENTO DO MONUMENTO

Arthur Gomes Barbosa

Resumo


O presente artigo visa propor discussões sobre o campo do patrimônio cultural, e suas necessidades de revisão. Discutindo o monumento como um suporte de memórias e suas retomadas sociais, dentro de um campo de tensionamentos próprios, levando em consideração a problemática do tombamento, que coloca as estruturas consideradas monumentais em uma posição complexa entre pertencimento e distância, em um lugar fronteiriço entre uma memória do passado e a revisão desta memória no hoje, no sentido de atualização e ressignificação das narrativas contidas em monumentos. Para trabalhar essa premissa analisaremos uma ação de retomada distinta do Monumento às Bandeiras de Victor Brecheret, onde em 2013 uma parcela da população se apropriou de uma forma extrema do monumento em questão, derramando sobre ele tinta vermelha, gerando processos de ressignificação e atualização. Palavras-chave: patrimônio cultural, monumento, ressignificação.

Palavras-chave: patrimônio cultural, monumento, ressignificação.


Texto completo:

136-149


DOI: https://doi.org/10.15210/pixo.v2i7.14626

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2019 PIXO - Revista de Arquitetura, Cidade e Contemporaneidade

 

 

INDEXADORES e DIRETÓRIOS 

ARLA

DIADORIM

DOAJ

DOI

EBSCO

ERIH PLUS

GOOGLE SCHOLAR

LATINDEX

LIVRE

PORTAL DE PERIÓDICOS CAPES

PORTAL DE PERIÓDICOS UFPEL

REDIB

SUMÁRIOS.ORG

 

 

contador