CARTOGRAFIA QUE CAMINHA: TRANSURBANOGRAMAS DA ILHA DE SANTA CATARINA

Evandro Fiorin, Maria Luluaga Medice

Resumo


Este trabalho busca constituir um processo de legibilidade das atuais conformações urbanas. Assim, nos aventuramos em um arquipélago de cidades dentro da cidade, para compreender as tensões e códigos individuais dos seus lugares múltiplos. Andamos a esmo por entre intermezzos da urbe, afim de reconstruir algum tipo de intelecção provisional. Vamos além do conhecido, nos perdemos pelos espaços dos seus territórios, como uma forma de vivenciar por nós mesmos os trajetos, na suas intensidades e seus devires. Um sentido que recupera as lições da flânerie, mas também, busca no caminhar como prática estética, um exercício de compreensão urbana para experimentar as suas realidades e, assim, revelar retratos inacabados que se produzem pelo meio da rua. De tal sorte, propomos como uma possibilidade de leitura da Ilha de Santa Catarina, cartografias criadas pelo caminhar investigativo e perspicaz, como uma tentativa de percepção das imagens que nos atravessam e que atravessamos, por entre algumas das vias de passagem da porção insular de Florianópolis.

Palavras-chave: percepção, cidade, cartografia.


Texto completo:

78-91


DOI: https://doi.org/10.15210/pixo.v3i11.17385

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2020 PIXO - Revista de Arquitetura, Cidade e Contemporaneidade

 

 

INDEXADORES e DIRETÓRIOS 

ARLA

DIADORIM

DOAJ

DOI

EBSCO

ERIH PLUS

GOOGLE SCHOLAR

LATINDEX

LIVRE

PORTAL DE PERIÓDICOS CAPES

PORTAL DE PERIÓDICOS UFPEL

REDIB

SUMÁRIOS.ORG

 

 

contador