Legados Culturais do Autoritarismo no Cone Sul

Bruno Mello Souza, Carlos Artur Gallo

Resumo


Durante a Guerra Fria, Argentina, Brasil, Chile e Uruguai viveram períodos autoritários nos quais, ao ser aplicada a Doutrina de Segurança Nacional, ocorreram reiteradas violações aos direitos humanos. Com o final das ditaduras nestes países, novos períodos democráticos foram iniciados. Embora “novas democracias” tenham sido instaladas a partir da década de 1980, é possível observar, na atualidade, a permanência de legados autoritários que se mantêm a despeito do final dos regimes de exceção. Tendo este contexto como ponto de partida, neste estudo pretendemos analisar o impacto dos regimes autoritários na cultura política desses países. Dividida nas seguintes partes, a exposição abrange: 1º) uma exposição dos fatos mais marcantes dessas ditaduras no Cone Sul; 2º) a identificação, mediante consulta na base de dados do Latinobarómetro, daqueles que consideramos legados culturais do autoritarismo; 3º) elementos para uma análise comparada dos dados coletados.    


Palavras-chave


cultura política; ditaduras de segurança nacional; legados autoritários.

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DOI: https://doi.org/10.15210/rsulacp.v2i2.4711

DOI (PDF): https://doi.org/10.15210/rsulacp.v2i2.4711.g4058

Indexação: Clase - Citas Latinoamericanas en Ciencias Sociales y Humanidades; DOAJ; Latindex; Sumários.org.

 

Esta revista é de acesso livre. This journal is open access.

ISSN 2317-5338

 


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