CAPITALOCENO E O COLAPSO DOS MODELOS SUSTENTÁVEIS

Uma perspectiva crítica da paisagem do Parque Estadual dos Pireneus em Pirenópolis/GO

  • Isabela Fernanda Veiga
  • Wagner de Souza Rezende
Palavras-chave: Capitaloceno, paisagem, neoextrativismo, Parque Estadual dos Pireneus

Resumo

Este artigo objetiva mapear e descrever o colapso do urbanismo sustentável diante do Capitaloceno na cidade de Pirenópolis-Goiás, através da análise da relevância dos parques regionais como instrumento de conservação e acesso à justiça ambiental. Aproximando a crise sistêmica da política ecológica às discussões teóricas sobre o potencial de ruptura do Capitaloceno, este estudo discute, através do mapeamento dos atores envolvidos no processo de produção e uso do território, os impactos da urbanização extensiva no Cerrado goiano. O Parque Estadual dos Pireneus, instituído em 1987, ainda com limites territoriais não consolidados, revela, na sua dinâmica territorial, a expansão dos movimentos exploratórios, como o neoextrativismo, induzindo a expulsão e a desterritorialização de grupos minoritários. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, que faz uso da análise documental como ferramenta para mapeamento das controvérsias institucionais oriundas do debate acerca dos indicadores sociais relacionados à crise ambiental e ecológica na região Centro-Oeste do Brasil.

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Publicado
2026-07-29
Como Citar
VEIGA, I. F.; DE SOUZA REZENDE, W. CAPITALOCENO E O COLAPSO DOS MODELOS SUSTENTÁVEIS: Uma perspectiva crítica da paisagem do Parque Estadual dos Pireneus em Pirenópolis/GO. PIXO - Revista de Arquitetura, Cidade e Contemporaneidade, v. 10, n. 37, p. 220-235, 29 jul. 2026.