A RESSIGNIFICAÇÃO DO RUBÁI EM MICHELINY VERUNSCHK

  • Paulo Eduardo Benites de Moraes Universidade Federal de Rondônia
  • Milena Karina de Souza Wanderley Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Resumo

A proposta deste trabalho é discutir a ressignificação do rubái na obra Geografia íntima do deserto (2003), de Micheliny Verunschk. Este gênero poético fora consagrado pelo poeta persa Omar Khayám, e em um poema de Micheliny Verunschk nota-se a retomada desta estrutura poética. Busca-se demonstrar que, para além da intertextualidade com o erotismo do poeta persa, a recriação de Verunschk dá ênfase à subjetividade e à intimidade. Neste sentido, ampliam-se os sentidos possíveis de leitura e esta nova ressignificação cria um discurso literário dissonante.

Palavras-chave: Subjetividade; tradição; ressignificação; discurso dissonante.

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Biografia do Autor

Paulo Eduardo Benites de Moraes, Universidade Federal de Rondônia
Doutor em Estudos Literários pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Professor Adjunto do Departamento de Línguas Estrangeiras (DLE) da Universidade Federal de Rondônia.
Milena Karina de Souza Wanderley, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
Graduada em Letras - Língua Portuguesa (Licenciatura) pela Universidade Federal de Pernambuco (2010), Mestra em Letras, Estudos Literários, pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2015) e Doutora em Letras, Estudos Literários, nessa mesma universidade.
Publicado
2020-05-12
Como Citar
Benites de Moraes, P. E., & Wanderley, M. K. de S. (2020). A RESSIGNIFICAÇÃO DO RUBÁI EM MICHELINY VERUNSCHK. Caderno De Letras, (36), 45-57. https://doi.org/10.15210/cdl.v0i36.16798
Seção
Artigos