LITERATURAS INDÍGENAS, ETNOTEXTO Y ORALITURAS: UN CORPUS EN CONSTANTE REDEFINICIÓN
Resumo
Este artículo pretende enriquecer el debate sobre una historiografía literaria en Latinoamérica que ha privilegiado una concepción de la “literatura” tendiente a reproducir los prejuicios hegemónicos de la sociedad mayoritaria. A partir de un repaso comparativo por tres enfoques críticos relacionados con las nociones de “literaturas indígenas”, “etnotexto” y “oralituras”, se busca sintetizar diferentes propuestas de periodización de las expresiones literarias amerindias, visibilizando un corpus en constante redefinición. Se pretende destacar las particularidades de cada aproximación crítica como una forma de aportar al desarrollo de una historiografía literaria más inclusiva y consecuente a propósito de la diversidad en la que se manifiesta “la palabra” en una dimensión estética y cultural en este continente y, en particular, en Colombia. De este modo, se examina la aparición de las expresiones estéticas verbales de los pueblos originarios y del imaginario sobre “lo indígena” en el panorama literario colombiano.Downloads
Copyright (c) 2020 Camilo Alejandro Vargas-Pardo

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