O traço do moderno no compasso da memória: Ítalo Campofiorito e a consagração do patrimônio modernista brasileiro (1986-1997)

Walkiria Maria de Freitas Martins

Resumo


O artigo aborda a atuação do arquiteto modernista, Ítalo Campofiorito, no IPHAN, entre os anos de 1986 e 1997, ajudando a definir dois conjuntos arquitetônicos modernistas brasileiros, também reconhecidos como patrimônios mundiais: o “Conjunto Urbanístico de Brasília” e o “Conjunto Moderno da Pampulha”. O artigo deriva da pesquisa de doutorado em história que vem sendo realizada desde 2017. O objetivo principal é apresentar a análise histórica das trajetórias daqueles processos de consagração, através da documentação elaborada pelo IPHAN - processos de tombamentos e dossiês encaminhados à UNESCO. Nesse percurso, procuro evidenciar a participação de Ítalo Campofiorito, como intelectual do patrimônio e um dos principais artífices da memória do que se convencionou chamar de “movimento moderno brasileiro”.


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DOI: https://doi.org/10.15210/rmr.v12i23.18997

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