O acervo como ponto de partida: o Museu de História da Medicina (MUHM) como espaço educativo não-formal

  • Everton Reis Quevedo Universidade Federal de Pelotas
  • Gláucia Giovana Lixinski de Lima Kulzer Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul

Resumo

Espaços educativos não formais, como bibliotecas, arquivos, museus, sítios arqueológicos e paleológicos, centros culturais, parques, praças, ruas, avenidas, igrejas e até mesmo cemitérios e canteiros de obras, tornam-se importantes locais onde é possível desenvolvermos ações educativas e socializadoras, evidenciando aos educandos o funcionamento da sociedade in loco, contribuindo então com a formação do indivíduo para à cidadania e sua emancipação social. Tendo em vista então a necessidade de interação sociocultural da espécie humana, a professora e o professor certamente são peças fundamentais, o que exemplifica a importância da mediação no processo de aprendizagem e desenvolvimento em qualquer modalidade de ensino. A proposta assim, pretende explorar o acervo de uma instituição museológica e seu uso para ações educativas realizadas ou não nas dependências do museu, refletindo sobre a educação patrimonial e sua função social.

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Biografia do Autor

Everton Reis Quevedo, Universidade Federal de Pelotas

Doutor em História (UNISINOS), mestre em Museologia e Patrimônio (UFRGS), doutorando em Memória Social e Patrimônio Cultural (UFPEL). Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Regional do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas:  saúde pública – medicina; lepra (hanseníase); instituições hospitalares e da assistência; saneamento urbano; educação; educação e história; educação e museus, museus, acervos, patrimônio histórico-cultural.

Gláucia Giovana Lixinski de Lima Kulzer, Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul

Mestra em História (UNISINOS), historiadora (UNIFRA), pedagoga (UNITER; MUHM – Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul). Tem experiência na área de História Regional e do Brasil, e nos seguintes temas: História da Saúde, da Medicina, Institucional, História Oral, da Educação, com ênfase em educação em Museus, Memória e Patrimônio. História agrária, hierarquias sociais, história da família.

Publicado
2026-01-12
Como Citar
Quevedo, E. R., & Lixinski de Lima Kulzer, G. G. (2026). O acervo como ponto de partida: o Museu de História da Medicina (MUHM) como espaço educativo não-formal. História Em Revista, 31(1), 314-327. https://doi.org/10.15210/hr.v31i1.30222