O acervo como ponto de partida: o Museu de História da Medicina (MUHM) como espaço educativo não-formal
Resumo
Espaços educativos não formais, como bibliotecas, arquivos, museus, sítios arqueológicos e paleológicos, centros culturais, parques, praças, ruas, avenidas, igrejas e até mesmo cemitérios e canteiros de obras, tornam-se importantes locais onde é possível desenvolvermos ações educativas e socializadoras, evidenciando aos educandos o funcionamento da sociedade in loco, contribuindo então com a formação do indivíduo para à cidadania e sua emancipação social. Tendo em vista então a necessidade de interação sociocultural da espécie humana, a professora e o professor certamente são peças fundamentais, o que exemplifica a importância da mediação no processo de aprendizagem e desenvolvimento em qualquer modalidade de ensino. A proposta assim, pretende explorar o acervo de uma instituição museológica e seu uso para ações educativas realizadas ou não nas dependências do museu, refletindo sobre a educação patrimonial e sua função social.
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