Escolaexperiência:
breves notas conceituais
Resumo
O presente artigo tem a intenção de propor um exercício filosófico, em torno de um mundo comum, a partir do qual podemos experienciar (ex)posições educacionais que fortaleçam as múltiplas narrativas (de si e do mundo) praticadas nos mais distintos cotidianos escolares. Tendo como pressupostos tanto a salvaguarda da escola pública, em seu compromisso com todos/as e qualquer um/a, como a defesa do conceito de “experiência”, em sua potência filosófico-educativa de expandir os processos formativos e encorajar a criação de novos sentidos epistemopolíticos. Para isso, enuncia-se a experiência como eixo central do ato educativo, posicionando a escola como um espaçotempo seguro e democrático em que todos/as são incentivados/as a tomar a palavra, ler, escrever, investigar, analisar, refletir e aprender (sobre si, sobre os outros e sobre o mundo). As considerações provisórias apontam que os acontecimentos experienciais nos/dos/com os cotidianos escolares, quando estabelecidos através de uma relação estreita com os/as seus/suas habitantes e, problematizados por meio da escrita (de si e alteritária), auxilia a construir uma escolaexperiência.
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