Barbárie e civilização

Palavras-chave: Barbárie, Civilização, Friedrich Engels

Resumo

A obra A origem da família, da propriedade privada e do Estado, foi escrita por Friedrich Engels em 1884, sendo sua primeira edição publicada nesse mesmo ano e a quarta e última edição em 1892. É evidente que ao analisar o desenvolvimento da divisão do trabalho, do aparecimento e avanço do comércio e o surgimento das trocas mercantis, além da formação do Estado, o livro de Engels contribui sobremaneira para a compreensão das transformações que levaram à dissolução das sociedades escravistas antigas e feudais e, portanto, aos elementos que contribuíram para o surgimento do capitalismo. No entanto, é preciso dizer que a relevância da obra, na verdade, consiste em analisar as transformações que levaram à desagregação das sociedades primitivas (ou originárias, como se diz hoje), com suas formas familiares, sem propriedade privada, sem classes sociais e sem Estado, para as sociedades divididas em classes sociais, fundadas na propriedade privada e na exploração do trabalho humano, nas quais se coloca a necessidade da estrutura familiar monogâmica e do Estado.

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Biografia do Autor

Ana Carolina Costa Benevides Leite, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Assistente Social. Graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Especialista em Seguridade Social: Previdência Social, Saúde e Assistência Social pela Faculdade Adelmar Rosado (FAR). Mestranda em Serviço Social do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da UFRN.

Referências

ENGELS, Friedrich. 1820-1895. Barbárie e civilização. In.: A origem da família, da propriedade privada e do estado: em conexão com as pesquisas de Lewis. Tradução Nélio Schneider. 1. ed. São Paulo: Boitempo, 2019.

LEACOCK, Eleanor Burke. Posfácio: introdução à edição estadunidense. In: ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do estado. 2ª ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010.

Publicado
2022-07-26
Como Citar
Leite, A. C. C. B. (2022). Barbárie e civilização. Perspectivas Sociais, 8(01), 233-238. https://doi.org/10.15210/rps.v8i01.22625