A Representação da Modernidade na Poesia de Fernando Pessoa Ortônimo

  • Emily Carvalho da Silva Universidade de Pernambuco
  • Clarissa Loureiro Universidade de Pernambuco
Palavras-chave: Modernidade, Fernando Pessoa, Identidade, Fingimento, Fragmentação

Resumo

A modernidade, marcada por crises e instabilidades identitárias, impactou profundamente a literatura do século XX. Nesse cenário, a poesia ortônima de Fernando Pessoa reflete as tensões do sujeito moderno. Este artigo analisa como os poemas “Autopsicografia” e “Não sei quantas almas tenho” expressam o fingimento poético e a fragmentação do eu como sintomas da crise de identidade moderna. Fundamentado em Hall (2006), Berman (1986) e Moisés (2008), o estudo evidencia que Pessoa transforma a linguagem poética em instrumento simbólico para representar as incertezas de seu tempo. Conclui-se que sua poesia oferece uma leitura crítica e atualizada sobre os dilemas do eu na modernidade, contribuindo para o debate literário e cultural contemporâneo.

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Biografia do Autor

Emily Carvalho da Silva, Universidade de Pernambuco

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Formação de Professores e Práticas Interdisciplinares (PPGFPPI), da Universidade de Pernambuco (UPE).

Clarissa Loureiro, Universidade de Pernambuco

Docente da Universidade de Pernambuco (UPE).

Referências

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Publicado
2026-10-20
Como Citar
Carvalho da Silva, E., & Loureiro Marinho Barbosa, C. (2026). A Representação da Modernidade na Poesia de Fernando Pessoa Ortônimo. Revista Linguagem & Ensino, 28(1), 290-301. Recuperado de https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/rle/article/view/30230
Seção
Artigos