Educação nas Zonas Libertadas: Impactos e Consistências para Independência da Guiné-Bissau entre 1965 e 1973

Resumo

Resumo: O propósito deste estudo, é ilustrar como a educação nas zonas libertadas durante a luta para
independência da Guiné-Bissau, sistema educacional pensado em um curto espaço de tempo,
possibilitou a alfabetização de um número maior da população mais do que sistema da educação colonial que perdurava de modo seletivo durante décadas, enraizando à pobreza, o analfabetismo, a divisão de classe assim como o empobrecimento do país e da exploração da mão-de-obra. Para a realização desta pesquisa, foi utilizada a pesquisa bibliográfica. Sendo um trabalho do campo educacional, o levantamento de bibliografias é um fator fundamental no que refere ao embasamento teórico e conceitual, permitindo a compreensão do fenômeno da pesquisa. Conclui-se que, a educação nas zonas libertadas, possibilitou a população a tomar a consciência e aderirem a luta armada que culminou com a independência do país.

Palavras-chave: Educação; Zonas libertadas; Independência; Guiné-Bissau.

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Biografia do Autor

Sabino Tobana Intanquê, Universidade Federal de Pelotas

Guineense (Guiné-Bissau), Bacharel em Humanidades em 2016, pela Universidade Federal da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) CE. Licenciado em Sociologia em 2020, pela mesma universidade. Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul-PUCRS, Linha de Pesquisa: Teorias e Culturas em Educação, 2022. Doutorando em Educação pela Universidade Federal de Pelotas-UFPEL, Linha de Pesquisa: Saberes Insurgentes e Pedagogias Transgressoras. Membro de Projeto de Pesquisa: BAOBÁ: INSPIRAÇÕES PARA O ENRAIZAMENTO DE POLÍTICAS AFIRMATIVAS EM PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO.

Publicado
2026-01-21