“[…] A tarefa não é demonizar ou endeusar as redes e plataformas, mas explicitar seu caráter social e historicamente determinado. Isso implica dizer que o problema não é o aprendizado de máquinas ou a chamada inteligência artificial em si, mas os sentidos pelos quais são projetados, sobretudo, os usos que lhes atribuímos. […]”