Notícias

CHAMADA PARA A DÉCIMA EDIÇÃO DA REVISTA PIXO

 
A “Revista PIXO nº10 - Mulheres e Lugares Urbanos” quer reunir trabalhos que abordem a temática mulheres e lugares urbanos. Pesquisas com enfoque na relação corpo-mulher-pesquisadora-feminista, suas abordagens teóricas, metodológicas, desafios, rastros, processos e pistas. Enquanto corpo-pesquisadoras e  auto proclamadas feministas evocamos essa edição como um respiro de luta e resistência acadêmica, visibilizando trabalhos e gritos que constroem a área de pesquisa sobre mulheres, suas diferentes potências, afectos e performances.

Essa chamada de inverno para a décima edição da revista PIXO pretende garantir a discussão sobre - e com - mulheres e lugares urbanos. Acolhendo estudos que tratem do lugar de fala de mulheres em suas múltiplas modalidades através de trabalhos de autor[ ]s de diversos formatos: desenhos, ensaios, projetos, artigos, resenhas, entrevistas e/ou audiovisuais.

Num agenciamento coletivo do que é construído academicamente como manifesto social de mulheres-corpos-pesquisadoras, evidenciamos a urgência em reconhecer os trabalhos e vivências que criam cotidianamente o grande corpo de discussões. Que o grito de uma ecoe no grito de todas!
 
A submissão de trabalhos, necessariamente inéditos, deverá ser feita pelo sistema (cadastro em https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/pixo/index), entre os dias 01/06/2019 e 21/07/2019.
 
Publicado: 2019-06-01
 

CHAMADA PARA A OITAVA EDIÇÃO DA REVISTA PIXO

 

COMO PRATICAR O COTIDIANO?

A ∞ oitava edição da REVISTA PIXO, que será lançada no verão, abre o prazo de submissão de trabalhos ainda na primavera. O tema parte do questionamento: “Como praticar o cotidiano?” para tratar implicações estéticas a partir da discussão das cidades. Enunciado por um grupo de mediadores, que atua em espaços públicos e expositivos a partir de práticas propositivas que desalinham os modulores corporais, a experiência patafísica busca incisões espaciais sobre o corpo que serão tratadas como vetores desta edição.

As abordagens poéticas elucidadas pelo campo da arte estão presentes em conceituações projetuais e no seu tratamento formal dialogando com uma experiência, sobretudo corporal. Assim, propõe-se tratar a partir desta abordagem, ações instituídas para o corpo.

Permeando as práticas diárias e consensos sociológicos, o cotidiano é colocado em jogo: Como praticar o cotidiano? Retomando os afetos limiares entre a criação e a cidade\urbano\, o limiar geográfico transborda a margem do Museu e do mundo. Tratando questões imbricadas entre a prática cotidiana que desbordam as instituições arquitetônicas, artísticas e educativas.

Serão acolhidas proposições de diferentes campos e práticas da arte, arquitetura, educação, urbanismo, geografia, sociais, biologia, engenharias, letras, linguística, comunicação, design. Estabelecendo convergências e divergências sobre os incômodos e atravessamentos entre gestores, educadores, geógrafos, artistas, urbanistas com o uso do espaço público e suas relações com o espaço institucionalizado.              

Devolver ao cotidiano às articulações corporais manifestadas através de desenhos, ensaios, projetos, artigos, resenhas, entrevistas e audiovisuais.

A submissão de trabalhos, necessariamente inéditos, deverá ser feita pelo sistema (cadastro no PORTAL DE PERIODICOS UFPEL https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/pixo), entre os dias 19/12/2018 a 28/04/2019. O autor deverá enviar manuscrito anexado ao sistema sem identificação, após aprovação será solicitada a versão final com a identificação dos autores. Edição temática “Como praticar o cotidiano? Implicações estéticas para a discussão das cidades” é dirigida pelo Grupo Patafísica (https://www.facebook.com/PatafisicaMediadoresDoImaginario/), que atua no campo da experiência em arte e na disputa da democratização dos discursos do campo artístico.

 
Publicado: 2018-12-19
 

CALENDÁRIO 2019

 

V.2, N.7 (2018): FRONTEIRAS E BORDAS (primavera) – em edição.

Editores Responsáveis: Lorena Maia e Fabrício Encarnação.

 

V3, N.8 (2019): COMO PRATICAR O COTIDIANO? (verão) – chamada aberta até 28 de abril de 2019.

Editores Responsáveis: Grupo Patafísica.

 

V3, N.9 (2019): MULHERES E LUGARES URBANOS I (outono) – chamada fechada, dossiê 7EICCMU.

Editores Responsáveis: Emanuela Di Felice e Shirley dos Santos.  

 

V3, N.10 (2019): MULHERES E LUGARES URBANOS II (inverno) – chamada fechada, dossiê 7EICCMU.

Editores Responsáveis: Emanuela Di Felice e Shirley dos Santos.

  

V3, N.11 (2019): CAMINHAR (primavera) – próxima chamada junho de 2019.

Editores Responsáveis: Eduardo Rocha e Celma Paese.  

 
Publicado: 2018-12-19
 

PRORROGAÇÃO DE CHAMADA

 

FRONTEIRAS E BORDAS

Chamada para 7 edição prorrogada para 16 de dezembro de 2018.

 

 
Publicado: 2018-11-12
 

CHAMADA PARA A SETIMA EDIÇÃO DA REVISTA PIXO

 

FRONTEIRAS E BORDAS

A sétima edição da REVISTA PIXO, primavera, está aberta as submissões dos trabalhos apresentando como tema: “Fronteiras e bordas: a investigação do entre na cidade contemporânea”. A temática proposta não trata de limite, da oposição quase alienada do dentro ou fora, exterior ou interior, aberto ou fechado. Mas, nos interessa o entremeio, o dentro e fora ao mesmo tempo, a indeterminação geométrica, a borda e a fronteira. 

No atual cenário mundial de conflitos políticos, econômicos, culturais, marcado pela intolerância e austeridade, observa-se um crescente impulso imigratório e, consequentemente, uma rigidez ainda maior do controle das fronteiras. A fronteira, entendida como um lugar de indefinição espacial que convive constantemente com dualismos, seja da hospitalidade e da hostilidade, da liberdade e do domínio, do natural e do construído, da formalidade a informalidade, do nativo e do estrangeiro. A fronteira não é susceptível a interpretação e muito menos a representação, assim, nada mais é do que a diferença em si mesma, a fresta, o constante rompimento e construção. 

O “entre” é susceptível a múltiplas interpretações e sujeito a muitas formas de representação, vive o constante duelo entre a construção e a ruptura. É o lugar de todos e de ninguém ao mesmo tempo. O “entre” não se resume somente ao limite geográfico institucional, mas está presente dentro da própria cidade, seja na fronteira entre o urbano e o rural, entre as bordas dos bairros, na distinção entre o público e privado, no limite entra a casa e a rua, entre o corpo e a cidade, e até mesmo entre o objetivo e o subjetivo. Nas brumas de uma borda é que se percebe a possibilidade da coexistência com a alteridade.

A proposta acolhe trabalhos das diversas áreas do conhecimento, podendo dialogar sobre: os conflitos migratórios fronteiriços; os desafios urbanos das cidades-gêmeas de fronteira; as frestas urbanas ocasionadas por inúmeras formas de segregação; as inquietações das bordas citadinas; a relação dos espaços públicos-privados na contemporaneidade; conurbações; a fronteira entre projeto (conceituação) e construção (realização) das cidades; a fronteira do corpo nas relações sociais; dentre outros. 

A submissão de trabalhos, necessariamente inéditos, deverá ser feita pelo sistema (cadastro no PORTAL DE PERIODICOS UFPEL https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/pixo), entre os dias 22/08/2018 a 18/11/2018. O autor deverá enviar manuscrito anexado ao sistema sem identificação, após aprovação será solicitada a versão final com a identificação dos autores.

Edição temática “Fronteiras e bordas: a investigação do entre na cidade contemporânea” é dirigida pelo Mestre Fabrício Sanz Encarnação e pela Mestranda Lorena Maia Resende.

 
Publicado: 2018-08-22
 

EM BREVE PIXO 5 E 6 NO AR!

 
 
Publicado: 2018-07-25
 

ANÚNCIO

 
 
Publicado: 2018-05-16
 

PRORROGAÇÃO DE CHAMADA

 

Chamada PIXO 5 prorrogada até o dia 14 de maio de 2018.

 
Publicado: 2018-05-07
 

CHAMADA PARA A QUINTA EDIÇÃO DA REVISTA PIXO

 

Edição temática “ARQUITETURA (É) ÉTICA?,  reflexões sobre o papel do arquiteto em tempo de crise política social” é dirigida pelos professores Fernando Freitas Fuão (UFRGS) e Dirce Eleonora Nigro Solis (UERJ).

A “PIXO 5 – revista de arquitetura, cidade e contemporaneidade” traz a chamada para uma reflexão da arquitetura e de seus arquitetos num período de desestabilidade política e social, onde a questão da democracia está novamente em risco, chamando-nos de alguma forma a conclamar a arquitetura viva. A temática “ARQUITETURA (É) ÉTICA?,  reflexões sobre o papel do arquiteto em tempo de crise política social” tem por público alvo professores, pesquisadores, mestrandos, doutorandos, sobretudo os Sindicatos, o  Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), entre outros; como também  a mídia, as revistas e periódicos de arquitetura.

Consideramos que a temática possa abranger questões como: formação profissional, reflexões sobre para quem se pesquisa, Extensão, críticas às práticas pedagógicas ultrapassadas, novas práticas pedagógicas dentro da graduação e temas decorrentes como: ocupações, interferências urbanas ou participações performáticas. Relembrando a importância historiográfica dos arquitetos progressistas brasileiros dos anos 60-70, pensamos ainda em direito à moradia, políticas habitacionais, arquiteturas participativas com recicladores, catadores, moradores de rua e novas experiências de escritórios voltados para coletivos e associações. Temos em conta, além da prática arquitetônica construtiva, uma prática performática e participativa do próprio profissional fortemente atrelado a movimentos sociais como MST e MLB, movimentos identitários e de gênero, chamando todos ao momento político.

Quando clamamos a ética, devemos atentar que, tal como tradicionalmente nos referimos a ela, a ética é produto de todos os centrismos e hierarquizações logocêntricas que a perspectiva desconstrucionista contemporânea quer criticar. Preferimos, então, falar de ‘domínio ético’, mas não da ética; no sentido de deslocar a perspectiva de nossa análise sobre a arquitetura para um caminho em que possamos ir além de toda estrutura metafísica ou logocêntrica que sempre sustentou o pensamento clássico ocidental hegemônico da formação do próprio arquiteto. Desviamos assim o pensamento sobre a arquitetura para o âmbito do ético, não mais preso à lógica identitária, mas àquela da recepção ao ‘Outro’ como pura alteridade. O ético surgirá, então, na arquitetura como hospitalidade incondicional, domínio do im-possível ou do in-decidível. Ao invés do impasse estagnador, atual, de um “sem saída”, consideramos o domínio aporético como ponto de partida para caminhar adiante carregando nosso legado e na companhia de todos os mestres que enfrentaram essa tempestade que volta a nos assolar, fazendo com que tenhamos que retroagir para nos orientarmos. Um começo, por assim dizer, um deslocamento para fora, para além dos limites do logocentrismo arquitetônico que tem enquadrado e obstaculizado nosso pensamento.

Foi ao final dos anos 70  que realmente houve um tremor mais acentuado sobre essa figura arquitetural e demiúrgica logocêntrica do arquiteto, através de proposições de um novo modo de atuar profissionalmente. A perspectiva do pensamento arquitetônico foi então deslocada do logos predominante, elitizado e excludente dos menos privilegiados para uma preocupação mais inclusiva. O que aqui se pretende é também resgatar esses lampejos, nublados pela pós-modernidade e pela chamada globalização, por parte de alguns arquitetos, grupos e corporações que passam a clamar o sentido do direito à moradia como universal, um pensamento re-voltado para as classes menos privilegiadas, tanto como prática discursivo-construtiva quanto como modelo de formação educacional. Essas atitudes são, para nós, um primeiro passo para a desmontagem do que ‘está aí’ e montagem no rastro da ética da alteridade, do ético da hospitalidade, onde o arquiteto já ‘aterrissado’, coabita com o sentido de morar, construir desse ‘outro’.

A partir dessas considerações iniciais, podemos afirmar que ninguém se torna arquiteto oficialmente passando por uma formação que vise apenas questões de ordem técnica do conhecimento, como prática de projeto ou teoria arquitetônica, mas a questão ética também se faz necessária em toda sua carreira e prática profissional. Pois, quando se fala no domínio do ético, deve-se tratar, antes de mais nada, de uma ética que aconteça em sua formação dentro da academia. Na realidade, não há uma disciplina intitulada ética que abra espaço em nossa formação para a discussão contemporânea dos deslocamentos ético-políticos imprescindíveis para a consecução da profissão. O que em geral aprendemos sobre ética não é propriamente do domínio ético, mas sim de uma prática comercial mercadológica na que se utiliza apenas o bom senso e que é sustentada na questão demiúrgica da criação. Esses ensinamentos são oferecidos em disciplinas que atendem ainda pelos nomes de: “Ética e Legislação Profissional”, ou “Prática profissional e legislação trabalhista”, situadas normalmente no final do curso, quase como disciplinas terciárias, muitas vezes dentro da grade de disciplinas optativas. Essa disciplinas possuem conteúdos que perambulam mais exatamente pela prática profissional, sempre associada subjetivamente à ideia de escritório comercial, e sua relação com a legislação do trabalho. De ética mesmo resta só a palavra; nela permeia, quase sempre, o discurso da questão da criação do arquiteto demiúrgico.

O domínio do ético possibilita pensar na capacitação de arquitetos para trabalharem em prefeituras e em órgãos estaduais e federais, visando o bem público e o bem estar social. Acrescente-se a isso a necessidade de se voltar para questões relacionadas as políticas habitacionais. No entanto, o que temos observado a esse respeito é que nossa participação é quase nula. Nosso território, nosso campo de atuação profissional murchou, e agora nos colocamos, na maioria das vezes, sob a égide, o domínio do arquiteto caixa, da “Maison Dominó Caixa”, da Caixa Econômica Federal, que determina o modo de vida e de moradia das pessoas, sem que tenhamos algum poder sobre isso. Como profissionais, somos partícipes observadores desses modelos disciplinares, domesticadores, que fazem dos seres humanos massa amorfa. Essa tem sido a alienação da arquitetura proporcionada pela de ética em si, pela perda da dimensão da importância da nossa profissão. Como pode uma universidade pública, uma faculdade de arquitetura pública formar arquitetos para servir, sobretudo, às classes dominantes. Que ética está por trás disso tudo? Agora nossos currículos pleiteiam o ingresso de uma disciplina denominada “Arquitetura Social”, mas deveríamos nos perguntar: não seria toda a arquitetura, por natureza, social? O mesmo se passa com outras áreas de saber, tais como a medicina, a psicologia, e mesmo com áreas da medicina social ou da psicologia social. A formação é voltada para a prática do consultório e escritório particular, ou estratégias alternativas de coletivos, ateliers que também não passam de subterfúgios. Os Escritórios Modelos de Arquitetura, que não conseguem abandonar a palavra e o sentido de ‘escritório’ e ‘modelo’, mesmo fazendo arquitetura de caráter social, são exemplos dessa mazela.  

A submissão de trabalhos, necessariamente inéditos, deverá ser feita pelo sistema (cadastro em https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/pixo/index), entre os dias 03/03/2018 e 11/05/2018. O autor deverá enviar o arquivo anexado ao sistema sem identificação, após aprovação será solicitada a versão final com a identificação dos autores. A extensão máxima do material enviado poderá ser o seguinte: artigos e ensaios, no mínimo 10 (dez) páginas e no máximo 25 (vinte e cinco) páginas; entrevistas e resenhas, no mínimo 5 (cinco) páginas e no máximo 10 (dez) páginas e; parede branca (ensaios visuais), até 10 (dez) páginas contendo de 5 (cinco) a 10 (dez) imagens e texto com no máximo 500 (quinhentas) palavras.

 
Publicado: 2018-03-02
 

CHAMADA PARA A QUARTA EDIÇÃO DA REVISTA PIXO

 

A quarta edição da REVISTA PIXO está aberta para submissão de trabalhos! Convidamos a comunidade em geral para participar dessa edição que tem como tema “IMAGENS LÍQUIDAS da cidade contemporânea”.

A paisagem das cidades é constituída pelo cruzamento entre diversos espaços e tempos, diversos suportes e tipos de imagens – tais como a pintura e fotografia, cinema e vídeo. É possível redescobrir e reinventar a cidade a partir de suas paisagens, a partir de novas leituras, de experiências múltiplas no âmbito das escalas, da distância e do tempo, (re)construindo a paisagem urbana a partir da criação de imagens líquidas.

A ideia de liquidez permeia diversas dimensões: a sociedade, as relações, o tempo, a modernidade, o amor, o consumo... a vida como um todo. A liquidez está relacionada com o fim das utopias, com a globalização, a efemeridade das relaçoes e a velocidade – cada vez maior – dos nossos pensamentos e ações.

Uma imagem nunca é um mero reflexo daquilo que assumimos como realidade. É sempre um ato de criação, um movimento que fragmenta e remonta o espaço, incorporando ao lugar as subjetividades do indíviduo - e vice-versa.

As imagens líquidas da cidade contemporânea que esperamos compartilhar nessa edição não são necessariamente fotografias. Elas podem se manifestar através de desenhos, ensaios, projetos, artigos, resenhas, entrevistas, vídeos... e também de imagens fotográficas.

A submissão de trabalhos, necessariamente inéditos, deverá ser feita pelo sistema (cadastro em HTTPS://PERIODICOS.UFPEL.EDU.BR/OJS2/INDEX.PHP/PIXO/INDEX) , entre os dias 22/09/2017 a 19/02/2018. O autor deverá enviar o arquivo anexado ao sistema sem identificação, após aprovação será solicitada a versão final com a identificação dos autores.

Edição temática “IMAGENS LÍQUIDAS da cidade contemporânea” é digirida pela professora Fernanda Tomiello.

https://www.facebook.com/revistapixo/

 
Publicado: 2017-07-31
 

TERCEIRA EDIÇÃO DA REVISTA PIXO

 

A terceira edição da REVISTA PIXO será dedicada ao dossiê temático “OBSERVATÓRIO DE CONFLITOS da cidade”, composta por trabalhos convidados de componentes do Grupo de Pesquisa CNPQ: Questão agrária, urbana e ambiental e Observatório dos Conflitos na Cidade.

Pensarmos sobre os conflitos da cidade é problematizarmos que cidade estamos falando, a quem ela pertence e o que ela é para seus citadinos. Na realidade cotidiana o que se encontra são mecanismos de negação do direito das populações que vivem em situação de posse, de empobrecimento e de segregação social. Quando nos perguntamos de quem é a cidade somos convidados a perceber que o espaço da cidade está dividido, onde existem aqueles que podem consumir e os que não podem. Consequentemente, os sentidos produzidos por esses grupos divididos, são sentidos opostos e que apresentam uma cidade produto do mercado.

Na fronteira entre o legal e o ilegal existem modos de vida construídos coletivamente que criam agenciamentos de resistência contra a privatização do Estado, contra aposta do mercado formal imobiliário, contra a burocratização das políticas sociais públicas, contra a universalização da política do favor. Essa fronteira denuncia o direito de existir das inúmeras famílias que ocupam o solo construído cujo objetivo é de poder reinventar o seu habitar com a perspectiva de compartilhar desejos, afetos, histórias, práticas e vínculos com o território.

No entanto, os heterogêneos deslocamentos dos que ocupam a cidade manifestam diferentes perspectivas para desconstruir o uso da cidade reverberando manifestações coletivas para romper com a cidade instituída em busca das possibilidades de uma cidade instituinte.

Sendo assim, serão acolhidos trabalhos que transversalizam o tema dos conflitos apresentando tanto análise sobre a negação da existência das multiplicidades que vibram nos territórios bem como análises que apresentam as reinvenções coletivas de ocupação e uso do solo urbano.

Edição temática “OBSERVATÓRIO DE CONFLITOS da cidade” é dirigida pela professora Cristine Jaques Ribeiro.

https://www.facebook.com/revistapixo/

 
Publicado: 2017-07-31
 

PRORROGAÇÃO DE CHAMADA

 

Até 14 DE JULHO de 2017

Instruções para submissão:

1- Cadastro no sistema https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/pixo/user/register , preenchendo formulário e cadastrando-se como leitor e autor.

2 – Após entrar no sistema com login e senha, acessar o menu PÁGINA DO USUÁRIO, e iniciar nova submissão [é só seguir o passo a passo indicado no sistema anexando ao final arquivo com texto que deve estar gravado em extensão RTF (Rich Text Format) ou em formato MicrosoftWord ].

 
Publicado: 2017-07-06
 

CHAMADA PARA SEGUNDA EDIÇÃO DA REVISTA PIXO

 

COREOGRAFIAS DA CIDADE

Que mapas são possíveis de traçar no encontro do corpo com a rua? Coreografias podem ser as formas de inscrição da cidade no corpo dos habitantes, podem ser os movimentos de trajetos na cidade, assim como podem ser as diferentes formas das pessoas intervirem na urbe. Essas mudanças coreográficas podem ser voluntárias, como é o caso das intervenções urbanas, que proporcionam ao público casual e distraído novos olhares e significações, ou podem ser involuntárias, movimentos que acontecem cotidianamente no espaço público.

 

As cidades contemporâneas podem ser entendidas não só pelo componente estático e duro das edificações, vias e praças, mas passam também pelas atividades e movimentos que as pessoas produzem de forma efêmera. O tema das coreografias sugere a possibilidade de compreender as cidades a partir de uma escrita aproximada e sensível, que encontre nas entrelinhas e nos entre espaços, potências de criação e de reinvenção da contemporaneidade.

Serão aceitos trabalhos, nas diversas áreas do conhecimento, cuja discussão verse sobre a temática das Coreografias, já que entre o corpo e a cidade estão as artes, a política, os espaços sociais, os movimentos corporais e políticos, o ambiente, a filosofia, entre outros. Todas essas áreas produzem a arquitetura das cidades a todo momento, em ritornelo a partir do contato com o outro urbano.

A proposta também se abre a derivações dessas manifestações na condição de produção do espaço urbano, de tal forma que a discussão pode se potencializar através de relações estabelecidas com diferentes questões, também constituintes na formação do ambiente público, aspectos urbanos, arquitetônicos, artísticos, filosóficos, ambientais, políticos, sociais, entre outros.

A submissão de trabalhos, necessariamente inéditos, deverá ser feita pelo sistema (cadastro no PORTAL DE PERIODICOS UFPEL), entre os dias 08/05/2017 a 08/07/2017. O autor deverá enviar manuscrito anexado ao sistema sem identificação, após aprovação será solicitada a versão final com a identificação dos autores.

Edição temática “Coreografias da Cidade” é  dirigida pela Profa. Débora Souto Allemand.


 
Publicado: 2017-05-06
 

PRORROGAÇÃO DE CHAMADA

 

Até 17 DE MARÇO de 2017

Instruções para submissão:

1- Cadastro no sistema https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/pixo/user/register , preenchendo formulário e cadastrando-se como leitor e autor.

2 – Após entrar no sistema com login e senha, acessar o menu PÁGINA DO USUÁRIO, e iniciar nova submissão [é só seguir o passo a passo indicado no sistema anexando ao final arquivo com texto que deve estar gravado em extensão RTF (Rich Text Format) ou em formato MicrosoftWord ].  

 
Publicado: 2017-02-27
 

CHAMADA PARA PRIMEIRA EDIÇÃO DA REVISTA PIXO

 

ESCRITAS URBANAS

A REVISTA PIXO lança sua primeira edição e convida pesquisadores a participarem da chamada de trabalhos. A proposta é reunir trabalhos que tratem do tema das ”ESCRITAS URBANAS na cidade contemporânea”.

As escritas urbanas (graffiti, stencil, lambe, pichação, etc.) são expressões gráficas manifestas no espaço urbano, que se utilizam da cidade e da arquitetura como suportes e instrumentos de ação, comunicação e protesto. Assim, funcionam como elementos visuais inscritos pelos planos que compõem o cenário das cidades e interferem no cotidiano da experiência urbana, na construção e leitura da cidade e na constituição de sujeitos no contexto da contemporaneidade.

Como intervenções relacionam escrita, arte, território, urbanismo, práticas sociais, desejos e criação de espaços relacionais. São manifestações da vida pública e da realidade contemporânea, por uma necessidade de expressão e transgressão. Como discursos visuais na e da cidade - aplicadas sobre muros, fachadas e monumentos - subvertem a arquitetura das cidades e profanam o ambiente urbano ao mesmo passo em que o compõem.

O tema das escritas urbanas emite um som de transformação social, como vozes emitidas que colocam a movimentar o pensamento crítico e a paisagem da cidade contemporânea. Tons de protesto, de rebeldia, de apropriação urbana, por um direito à cidade e à construção de um ambiente múltiplo de corpos, interesses e usos.

Serão aceitos trabalhos, nas diversas áreas do conhecimento, cuja discussão verse sobre a temática das Escritas Urbanas. A atuação de seus produtores, a narrativa discursiva das manifestações e a produção do cenário das cidades a partir dessas linguagens que passam a construir um espaço híbrido e que habita a fronteira entre o formal e o não formal no contexto atual urbano.

A proposta também se abre a derivações dessas manifestações na condição de produção do espaço urbano, de tal forma que a discussão pode se potencializar através de relações estabelecidas com diferentes questões, também constituintes na formação do ambiente público, aspectos urbanos, arquitetônicos, artísticos, filosóficos, ambientais, políticos, sociais, entre outros.

A submissão de trabalhos, necessariamente inéditos, deverá ser feita pelo sistema (cadastro no PORTAL DE PERIODICOS UFPEL), entre os dias 01/02/2017 a 06/03/2017. O autor deverá enviar manuscrito anexado ao sistema sem identificação, após aprovação será solicitada a versão final com a identificação dos autores.

Edição temática “ESCRITAS URBANAS na cidade contemporânea” é  dirigida pela Doutoranda Bárbara de Bárbara Hypólito.

https://www.facebook.com/revistapixo/

 
Publicado: 2017-02-17