PIXO - Revista de Arquitetura, Cidade e Contemporaneidade

A “PIXO – REVISTA DE ARQUITETURA, CIDADE E CONTEMPORANEIDADE” abrange as seguintes áreas do conhecimento: Arquitetura e Urbanismo, Artes, Filosofia, Educação, Geografia e Psicologia. Uma iniciativa conjunta dos Grupos de Pesquisa (CNPq) “Cidade+Contemporaneidade”, do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (PROGRAU), da Universidade Federal de Pelotas  (UFPel) e “Arquitetura, Derrida e Aproximações”, do Programa de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura (PROPAR), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com classificação prévia CAPES QUALIS-periódicos A4 (para Avaliação Quadrienal de 2021).

A revista digital trimestral (primavera, verão, outono e inverno – ágil e contínua) reúne artigos, ensaios, entrevistas e resenhas (redigidos em português, inglês ou espanhol) em números temáticos e;  em torno da abordagem multidisciplinar de questões relacionadas à sociedade contemporânea, em especial na relação entre a arquitetura e cidade, habitando para isso as fronteiras da filosofia da desconstrução, das artes e da educação, a fim de criar ações projetuais e afectos para uma ética e estética urbana atual.

Notícias

 

Sobre o DOI

 
Os editores da Revista PIXO informam que o DOI (Digital Object Identifier) das publicações é adquirido pela UFPel. Esse processo demora aproximadamente de 2 a 3 meses após publicada a edição da revista.
 
Para inserir o artigo no curriculo lattes sugerimos entrar com o ISSN da revista 2526-7310.
 
Att,
 
Editores da PIXO
 
Publicado: 2021-11-03
 

CHAMADA PARA A VIGÉSIMA PRIMEIRA EDIÇÃO DA REVISTA PIXO

 

A PIXO – revista de arquitetura, cidade e contemporaneidade, apresenta para a sua 21a edição a temática “AO SUL DO SUL: artes, arquitetura e cidades de uma outra centralidade”. Nesta edição, queremos reunir múltiplos olhares e discussões que reverberam as potencialidades de ser e estar ao Sul da América do Sul. 

Nos interessamos por artigos, ensaios, entrevistas, resenhas e paredes brancas (imagens, audio-visuais, ilustrações, poesias, etc) que pronunciem um território interseccionado pela tropicalidade e frialidade, uma experiência possível na estética do frio, como proposto por Vitor Ramil na conferência de Genebra (2004). Estamos em um outro centro, propõe o compositor, no centro de nossa própria história, e a partir desse lugar, a partir de Pelotas e região, na zona fronteiriça bem próxima ao Uruguai e à Argentina  que incitamos esse outro sul, más abajo.  No sul desde o interior ao encontro de outros suls, nessa zona cultural e experiencial carregada de subjetividade, queremos evidenciar as múltiplas gírias, costumes e territorialidades compostas por culturalidades ameríndias, africanas, europeias e asiáticas  em constante formação. Por meio de diferentes manifestações artísticas, urbanísticas e arquitetônicas queremos re-situar nosso norte, talvez em direção al nuestro sur.  Cual sur es nuestro Sur?

Como as relações de pertencimento podem ser reveladas por quem vive ou olha para o sulista? E como a revelação pode nos possibilitar um outro modo de vivenciar o sul a partir do sul? No expandir das fronteiras, nas migrações e imigrações que deixam veias abertas, rastros de sangue e suor, mas também possibilidades de cura e resistência, qual Sulamérica pronunciamos? Quais questões da exploração, libertação, subjetivação se estabeleceram e se estabelecem ao sul do sul?

Afastando-nos da ideia de cidade ideal Latino-americana, refutada por Adrián Gorelik, queremos congregar e re-aprender os modos de fazer, conhecer, pensar, criar e viver que são intrínsecos a grandes cidades ou comunidades menos capitalizadas. Territórios maiores ou menores que também conformam essa ampla fronteira ao Sul do Sul, e que ainda preservam procedimentos adaptados e provocados por uma cultura que parece ser mais lenta. E como a interiorização dá a ver a lentidão ou o oposto dela. No habitar intermitente entre  o calor e o frio, a montanha, a planície e a cordilheira; em um território condicionado pelo clima, pela vegetação e pela topografia, palco de um emaranhado de disputas e acontecimentos, que outras Sul-Américas são possíveis? 

As possibilidades esboçadas por essa temática são amplas e transversais e podem ser discutidas em concordância de vários campos, tempos, sujeitos e formas. Como um gesto Decolonial e Descolonial e com o intuito de ampliar e colocar em diálogo nosso referencial científico, filosófico e artístico que queremos olhar para as artes, arquiteturas, e cidades do Sul do Sul. Explorando as diversas compreensões, correlações, transformações, capturas e intervenções que constituem este território em constante ressignificação na tentativa de acessar as epistemologias do sul, aquelas que nos falam, nos dizem e nos dão a ver o que somos e constituímos juntos e aqui essa outra centralidade.

A submissão de trabalhos, necessariamente inéditos, deverá ser feita pelo sistema https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/pixo/index, cadastrando-se como “autor”, entre os dias 06 de maio de 2021 e 30 de dezembro de 2021. A edição temática "AO SUL DO SUL" é dirigida pelas Professoras  Dra. Duda Gonçalves e Dra.Helene Gomes Sacco, e pela Arquiteta e Urbanista Taís Beltrame dos Santos.

PIXO - revista de arquitectura, ciudad y contemporaneidad, presenta para su 21ª edición el tema “AL SUR DEL SUR: arte, arquitectura y ciudades desde otra centralidad”. En esta edición, queremos reunir múltiples perspectivas y discusiones que reverberan el potencial de estar y estar en el Sur de América del Sur.

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Nos interesan los artículos, ensayos, entrevistas, reseñas y paredes blancas (imágenes, audiovisuales, ilustraciones, poesía, etc.) que pronuncian un territorio atravesado por la tropicalidad y la frialdad, una posible experiencia en la estética del frío, como propone Vitor Ramil en la conferencia de Ginebra (2004). Estamos en otro centro, propone el compositor, en el centro de nuestra propia historia, y desde ese lugar, desde Pelotas y la región, en la zona fronteriza muy cercana a Uruguay y Argentina que alentamos este otro sur, más abajo. En el sur del interior para encontrarnos con otros suls, en esta zona cultural y vivencial cargada de subjetividad, queremos resaltar las múltiples jergas, costumbres y territorialidades compuestas por las culturas amerindia, africana, europea y asiática en constante formación. A través de diferentes manifestaciones artísticas, urbanas y arquitectónicas queremos reubicar nuestro norte, quizás hacia nuestro sur. ¿Que sur es nuestro Sur?

¿Cómo pueden revelar las relaciones de pertenencia quienes viven o miran al sur? ¿Y cómo puede la revelación darnos otra forma de experimentar el sur desde el sur? En la expansión de las fronteras, en las migraciones e inmigrantes que dejan las venas abiertas, rastros de sangre y sudor, pero también posibilidades de curación y resistencia, ¿qué Sulamérica pronunciamos? ¿Qué temas de exploración, liberación, subjetividad se han establecido y se establecen en el sur del sur?

Alejándonos de la idea de ciudad ideal latinoamericana, refutada por Adrián Gorelik, queremos acercar y reaprender las formas de hacer, conocer, pensar, crear y vivir que son intrínsecas a las grandes ciudades o comunidades menos capitalizadas. . Territorios más grandes o más pequeños que también conforman esta amplia frontera al Sur del Sur, y que aún conservan procedimientos adaptados y propiciados por una cultura que parece más lenta. Y cómo la internalización muestra la lentitud o lo contrario. En la vivienda intermitente entre el calor y el frío, la montaña, la llanura y la sierra; en un territorio condicionado por el clima, la vegetación y la topografía, escenario de una maraña de disputas y eventos, ¿qué otras Sudamérica son posibles?

Las posibilidades que plantea esta temática son amplias y transversales y pueden discutirse de acuerdo con diversos campos, épocas, materias y formas. Como gesto Decolonial y Descolonial y con el fin de expandir y dialogar nuestro marco científico, filosófico y artístico que queremos mirar las artes, arquitecturas y ciudades del Sur del Sur. Explorando los diversos entendimientos, correlaciones, transformaciones , capturas e intervenciones que constituyen este territorio en constante resignificación en un intento de acceder a las epistemologías del sur, esas que nos hablan, nos dicen y nos dan a ver lo que somos y constituimos juntos y aquí esta otra centralidad.

El envío de trabajos, necesariamente inéditos, debe realizarse a través del sistema https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/pixo/index, registrándose como “autor”, entre el 6 de mayo de 2021 y el 30 de diciembre. , 2021. La edición temática "AO SUL DO SUL" está dirigida por las Profesoras Dra. Duda Gonçalves y Dra. Helene Gomes Sacco, y por la Arquitecta y Urbanista Taís Beltrame dos Santos.

 
Publicado: 2021-04-01
 
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